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Indução de resistência em tomateiro contra Alternaria solani e Phytophthora infestans por fungos saprófitos do semi-árido e por fosfito: indução do sistema de defesa, rota de sinalização e eficiência

Processo: 11/08967-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Luis Eduardo Aranha Camargo
Beneficiário:Leandro José Dallagnol
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Tomate   Controle biológico   Requeima   Resistência genética   Biodiversidade   Resistência genética vegetal   Doenças de plantas   Pinta preta   Expressão gênica

Resumo

O tomate é uma das principais hortaliças cultivadas e consumidas no Brasil. Os patógenos Phytophthora infestans (requeima) e Alternaria solani (pinta preta) estão entre os principais fatores limitantes para a sua produção. Como não existem variedades resistentes disponíveis aos produtores, o controle destas doenças é realizado com aplicações de fungicidas, elevando o custo de produção e o risco de contaminação dos consumidores e do ambiente. Uma alternativa eficiente, segura e ambientalmente correta para o manejo racional destas doenças é a indução da resistência em plantas por agentes bióticos ou abióticos. Diversos estudos apontam um grande potencial de fungos saprofíticos como indutores de resistência em plantas. A região do semi-árido nordestino tem uma enorme diversidade de fungos saprofíticos e, neste estudo, propomos avaliá-los como indutores de resistência em tomateiro para o controle da requeima e da pinta preta comparados ao conhecido indutor abiótico, fosfito de potássio. Este estudo é parte do Projeto "Bioprospecção de fungos sapróbios no PPBIO/semi-árido nordestino para o controle de doenças infecciosas em plantas: indução de resistência" (SISBIOTA Brasil; Processo CNPq: 563380/2010-1; Processo FAPESP 2010/52343-0) coordenado pelo Prof. Dr. Sérgio Florentino Pascholati. Das espécies fúngicas avaliadas, as que se mostrarem eficientes na redução da intensidade das doenças serão analisadas, juntamente com o fosfito de potássio, quanto à(s) rota(s) de sinalização induzida(s) e a indução do sistema de defesa. Para tais análises, serão utilizadas plantas de tomate mutantes nas principais rotas de sinalização envolvidas em estresses biótico nas quais será monitorada a expressão de genes responsivos aos hormônios ácido salicílico, ácido jasmônico e etileno. Em complemento, serão determinadas as atividades das enzimas quitinase, glucanase, peroxidase, fenilalanina amônia-liase e lipoxiganase e a concentração de fenóis. (AU)

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