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Susceptibilidade a antibióticos e fatores associados à virulência em Escherichia coli isoladas de fezes de animais sadios do município de MONTENEGRO/RO

Processo: 11/09646-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 30 de junho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Irma Nelly Gutierrez Rivera
Beneficiário:Gabriel Zanzini
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fatores de virulência   Antibióticos   Escherichia coli

Resumo

O acelerado crescimento das cidades aumenta o uso negligente do solo e dos recursos hídricos, potencializando o aparecimento de doenças na população que faz uso desses recursos. Por este motivo, estudos que envolvam questões de saúde pública tornam-se cada vez mais importantes no dias de hoje, podendo proporcionar uma melhoria de vida real para a população em geral. Muitos microrganismos podem alcançar cursos d'água largamente utilizados pela população ribeirinha, através do lançamento de esgoto cru ou parcialmente tratado ou atividades agropecuárias e industriais, representando um sério risco à saúde de adultos e crianças. O presente estudo visa caracterizar geneticamente Escherichia coliisoladas de fezes de animais sadios do Município de Montenegro/RO, além de testar sua resistência aos antibióticos comerciais comuns: Ampicilina, Cefoxitina, Cefotaxima, Ceftazidima, Cefepima, Imipenem, Ertapenem, Amoxicilina + Ácido Clavulânico, Ácido Nalidixico, Ciprofloxacino, Gentamicina, Tetraciclina, Clorafenicol e Trimetoprima. Para o estudo de E. coli será realizado o reisolamento em ágar Eosine Metylene Blue de cepas armazenadas previamente, seguido da realização dos testes de susceptibilidade a antibióticos. Terminada esta etapa, será realizado o teste de hibridação de colônias e/ou areação em cadeia da polimerase (PCR) na procura de genes associados à virulência, como Toxina termoestável (ST), Toxina termolábil (LT), Adesão agregativa (EAEC), Fator de invasão (INV), Toxina "Shiga-like" I (stx-1), Toxina "Shiga like" II (stx-2), e o gene que codifica para a intimina (eae). Para a caracterização molecular dos isolados, serão utilizadas as técnicas de ERIC-PCR, BOX- PCR e a caracterização por grupos filogenéticos.