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Qualidade de alfaces em sistema integrado de colheita e pós-colheita

Processo: 11/11847-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 30 de setembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Engenharia Agrícola - Engenharia de Processamento de Produtos Agrícolas
Pesquisador responsável:Paulo Ademar Martins Leal
Beneficiário:Anna Karenina Tang Lima da Silveira
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Agrícola (FEAGRI). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50036-6 - Qualidade de alfaces em sistema integrado de colheita e pós-colheita, AP.R
Assunto(s):Qualidade dos alimentos   Colheita   Análise sensorial de alimentos   Tratamento físico-químico

Resumo

O consumo de hortaliças folhosas cresce a cada ano, devido a uma tendência da população mundial e nacional em adquirir hábitos de vida mais saudáveis e, em se tratando de hortaliças folhosas, a alface é a mais produzida, principalmente, em cinturões verdes próximos aos grandes centros consumidores, no Brasil (Lactuca sativa L.), sendo também a mais consumida. Além do consumo também cresce a cada ano a exigência da população pela qualidade total e segurança alimentar. Este projeto visa integrar as etapas de colheita e pós-colheita da cadeia produtiva de hortaliças folhosas cultivadas em solo, principalmente, de alfaces de quatro variedades diferentes (lisa, americana, crespa e mimosa), propondo que os processos de colheita, beneficiamento e resfriamento sejam realizados com o mínimo manuseio, menor perda de massa e viço; mantendo a qualidade e o aumento a vida útil, dentro dos padrões legais de consumo. Para tanto, numa primeira fase, serão estudados, nas respectivas etapas da cadeia produtiva, os seguintes processos: I - Colheita diferenciada com raiz e com corte que minimizem o dano por corte e a perda de massa, comparado com o processo de colheita convencional; II - Beneficiamento diferenciado com lavagem, por imersão, com água ozonizada e refrigerada com parâmetros previamente otimizados; III - Resfriamentos via úmida (evaporativos por meio poroso e por aspersão; água gelada por imersão e por aspersão) e via seca (ar forçado com e sem controle de umidade); comparado com o processo convencional (usado pelo produtor) de manutenção na unidade de beneficiamento sem controle de temperatura e umidade. Na segunda fase, após a realização dos processos anteriores, os melhores de cada etapa citada serão analisados visando o desenvolvimento de protótipo ou protótipos de ferramentas ou equipamentos, para proceder a colheita, o beneficiamento e o resfriamento de forma integrada e que minimize o manuseio, reduza as perdas de qualidade e maximize o frescor e o viço do produto; usando sistema manual ou semi mecanizado ou mecanizado ou combinado. Nas duas fases, a qualidade do produto será determinada, estatisticamente, por análises físico-químicas, fisiológicas, microbiológicas e sensoriais. (AU)