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Análise cinemática da marcha livre a adaptativa de Pacientes com Doença de Parkinson e idosos sadios: efeito da dica auditiva

Processo: 11/01723-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Lilian Teresa Bucken Gobbi
Beneficiário:Priscila Matias Formaggio
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Marcha   Controle motor   Doença de Parkinson

Resumo

As alterações nos parâmetros espaço-temporais da marcha de pacientes com DP podem levar a perdas na mobilidade e na independência. Desta forma, dicas auditivas têm sido utilizadas como terapia não farmacológica a fim de amenizar o comprometimento locomotor desses indivíduos. Entretanto, estes estudos foram realizados em terrenos regulares e pouco se sabe sobre o efeito da dica auditiva em terrenos irregulares, que poderia ser mais desafiador para estes pacientes. Ainda, poucos estudos encontrados na literatura, comparam os pacientes com idosos sadios na utilização de dica auditiva durante a marcha livre e com obstáculos. O objetivo desse estudo é comparar o efeito da dica auditiva na marcha livre e adaptativa de pacientes com DP e idosos sadios. Participarão desse estudo 30 indivíduos distribuídos em dois grupos (Grupo 1: 15 pacientes com DP e Grupo 2: 15 idosos sadios). Primeiramente, os pacientes com DP serão clinicamente avaliados por um neuropsiquiatra. Após consentir em participar do estudo, avaliações clínicas do comprometimento e o estágio de evolução da doença serão realizadas por um neuropsiquiatra. Para investigar o padrão locomotor, será realizada uma análise cinemática. Assim, a tarefa experimental será percorrer uma passarela de 8m de comprimento, cumprindo um total de 18 tentativas (6 em marcha livre e 12 em marcha adaptativa), sendo que duas alturas de obstáculos serão utilizadas e padronizadas como segue: alto (metade da altura do joelho) e baixo (altura do tornozelo). A fim de verificar possíveis diferenças entre os grupos e as condições experimentais, testes de multivariância serão utilizados, com um nível de significância de pd0,05.