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Avaliação da contribuição da anidrase carbônica para a resistência e agressividade de células tumorais

Processo: 11/03517-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 31 de março de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia
Pesquisador responsável:Carmen Veríssima Ferreira
Beneficiário:Cintia Elisabeth Gomez Limia
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Anidrases carbônicas   Metástase neoplásica   Invasividade neoplásica   Resistência a medicamentos   Apoptose

Resumo

A resistência múltipla a fármacos e a aquisição do fenótipo metastático são as principais barreiras a serem vencidas no tratamento de pacientes com câncer. Múltiplos fatores são responsáveis pelo desenvolvimento da resistência, porém sabe-se que um dos principais é a expressão do produto do gene MDR-1, a glicoproteína-P (Pgp), que atua como uma bomba de efluxo de fármacos. No entanto, pouco se sabe sobre as vias de sinalização correlacionadas com a Pgp. Neste contexto, nosso grupo de pesquisa tem utilizado diferentes abordagens metodológicas para obter o mapeamento metabólico de células leucêmicas resistentes, e portanto, identificar alvos para intervenção farmacológica. Recentemente, realizamos a análise proteômica das células da leucemia eritrocítica humana resistente à vincristina (Lucena) as quais apresentaram alta expressão da anidrase carbônica I. Portanto, a presente proposta tem como objetivos: a) avaliar o efeito do inibidor da anidrase carbônica (etoxzolamida) na taxa de proliferação das células de tumor de próstata, pâncreas, melanoma e leucemia eritrocítica humana; b) analisar a influência deste inibidor na sensibilidade destas células frente a quimioterápicos utilizados em protocolos terapêuticos; c) definir a influência do inibidor da anidrase carbônica em moléculas envolvidas na resistência a quimioterápicos (P-glicoproteína) e metástase (metaloproteinases). Portanto, o desenvolvimento do projeto poderá mostrar de forma inédita a relação entre a anidrase carbônica e resistência/agressividade tumoral. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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