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Efeitos da endotoxemia sobre o Sistema Renina-Angiotensina renal de ratos Wistar

Processo: 11/04940-2
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Data de Início da vigência: 01 de agosto de 2011
Data de Término da vigência: 30 de junho de 2013
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia
Pesquisador responsável:Dulce Elena Casarini
Beneficiário:Rodolfo Mattar Rosa
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/13710-3 - Projeto de Estágio no Exterior para aprendizado e transferência da Técnica de Cultura Primária de Cardiomiócitos e Fibroblastos Cardíacos, BE.EP.MS
Assunto(s):Metaloproteases   Peptidil dipeptidase A   Sepse   Sistema renina-angiotensina
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Enzima Conversora de Angiotensina (ECA) | Enzima Conversora de Angiotensina 2 (ECA 2) | sepse | sistema renina angiotensina | Metaloproteases

Resumo

A sepse é um grande problema de saúde pública mundial, provocando a morte de cerca de 215 mil pessoas por ano com custos que chegam aos 17 bilhões de dólares. Essa doença é definida como uma resposta inflamatória sistêmica e descontrolada frente a uma infecção, sendo que um dos principais órgãos acometidos por ela é o rim, em especial quando ocorre infecção por bactérias Gram-negativas. Tendo em vista as alterações renais e cardiovasculares provocadas pela sepse, o objetivo do presente estudo foi verificar a modulação de alguns componentes do SRA em rim de animais tratados com lipopolissacarídeo de E. coli LPS, um modelo de IRA decorrente da sepse.Inicialmente, ratos Wistar receberam injeção de 4 mg/kg de LPS e foram eutanasiados 3 dias após o tratamento. Os animais endotoxêmicos mostraram redução do peso corporal e da pressão arterial. Os níveis plasmáticos de citocinas pró-inflamatórias não encontrou-se alterado três dias após o tratamento. Contudo os valores de NO plasmático e iNOS renal também mostram-se reduzidos nos animais tratados com LPS. Isso indica que, em nosso modelo, 3 dias após a injeção de toxina, o NO não é mais o principal responsável pela manutenção da hipotensão e outras vias de vasodilatação podem estar mais ativadas. O ritmo de filtração glomerular não se alterou, o que foi evidenciado pela manutenção dos valores da depuração de creatinina entre os grupos. Contudo, a vasoconstrição renal parece estar instalada pelo tratamento com LPS, pois foram observados altos níveis de Ang II no rim desses animais. Além disso, esse peptídeo também pode estar associado à progressão da resposta inflamatória podendo desencadear dano tecidual. A ECA, principal produtora de Ang II, apresentou expressão aumentada, mas atividade diminuída, indicando que vias alternativas da produção desse hormônio podem estar ativadas. Além disso, a renina também apresentou redução de atividade no rim endotoxêmico, indicando uma tentativa de controle de atividade do SRA.Dessa forma, o tratamento prolongado com LPS pareceu ativar vias compensatórias visando uma tentativa de volta à homeostase e de minimização dos danos provocados pela endotoxêmia.

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Publicações científicas
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ROSA, RODOLFO MATTAR; COLUCCI, JULIANA ALMADA; YOKOTA, RODRIGO; MOREIRA, ROSELI PERES; ARAGAO, DANIELLE SANCHES; RIBEIRO, AMANDA APARECIDA; ARITA, DANIELLE YURI; MIZUNO WATANABE, INGRID KAZUE; PALOMINO, ZAIRA; CUNHA, TATIANA SOUSA; et al. . AMERICAN JOURNAL OF PHYSIOLOGY-RENAL PHYSIOLOGY, v. 311, n. 3, p. F496-F504, . (10/51904-9, 11/04940-2)