| Processo: | 11/04998-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Rogério Martins Amorim |
| Beneficiário: | Danielle Jaqueta Barberini |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Clínica médica veterinária Equinos Terapia baseada em transplante de células e tecidos Células-tronco mesenquimais Transplante homólogo Genes classe II do complexo de histocompatibilidade (MHC) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células tronco mesenquimais | equinos | Mhc Ii | terapia alogênica | terapia celular | Clínica médica de grandes animais |
Resumo O número de pesquisas visando terapias utilizando células-tronco vem aumentando consideravelmente nos últimos anos, pois a possibilidade de sucesso está gerando grandes expectativas entre a comunidade científica. Recentemente, descobertas sobre o comportamento imunológico destas células aumentaram as perspectivas terapêuticas no âmbito do tratamento alogênico. Contudo, os mecanismos imunomoduladores das células tronco mesenquimais (CTM) ainda não são totalmente compreendidos. Poucos estudos são conduzidos levando em consideração a espécie eqüina. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é avaliar a expressão do MHC classe II nas CTM provenientes da medula óssea, tecido adiposo e cordão umbilical de equinos. Para isso, serão utilizados dez eqüinos mestiços, de ambos os sexos, divididos aleatoriamente em dois grupos de cinco animais cada, sendo que um grupo será submetido a colheita das CTM por punção esternal e o outro por biópsia do tecido adiposo. Em um outro grupo, composto de cinco potros recém-nascidos, será realizada a colheita do sangue do cordão umbilical. Em seguida, será feito cultivo e isolamento das células tronco mesenquimais. Esse material será analisado por citometria de fluxo para identificação da linhagem mesenquimal. Após essa identificação, as células serão marcadas para o MHC classe II e analisadas também por citometria de fluxo e imunocitoquímica. Os resultados esperados poderão auxiliar na escolha da melhor fonte de células-tronco, visando aquela de menor antigenicidade, para a criação de um banco de células, que propiciará terapia alogênica imediata para as enfermidades dos equinos. (AU) | |
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