| Processo: | 10/13779-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Pesquisador responsável: | Inge Elly Kiemle Trindade |
| Beneficiário: | Andressa Sharllene Carneiro da Silva |
| Instituição Sede: | Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Patologia da fala e linguagem |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fala | fissura de palato | Insuficiência velofaríngea | Rinometria Acústica | Fisiologia da Fala |
Resumo A distribuição do fluxo aéreo expiratório e das vibrações acústicas para a cavidade oral, na produção dos sons orais da fala, e, para a cavidade nasal, na produção dos sons nasais, são de responsabilidade das estruturas velofaríngeas (véu do palato e paredes faríngeas). A disfunção no mecanismo velofaríngeo (DVF) compromete a fala de diferentes formas, levando a hipernasalidade, emissão de ar nasal, fraca pressão intraoral e distúrbios articulatórios. A principal causa da DVF é a fissura palatina; porém, em parcela considerável de casos, a DVF pode persistir mesmo após a cirurgia do palato. Entre os métodos instrumentais que permitem o estudo da função velofaríngea está a rinometria acústica, usualmente empregada para avaliar a geometria nasal. Como parte de um estudo mais amplo, no qual se tem investigado a eficiência e as aplicações desta técnica no diagnóstico da DVF e no acompanhamento de resultados de intervenções terapêuticas, o presente estudo terá por objetivo comprovar se a rinometria acústica é capaz de identificar a deficiência do movimento velar que caracteriza a DVF. Para tanto, será primeiramente determinado o volume nasofaríngeo durante a interrupção voluntária da respiração (repouso velar) e durante a produção da consoante /k/ na palavra /kaza/ (elevação velar máxima), utilizando um sistema Eccovision Acoustic Rhinometer. A atividade velar será calculada pela diferença entre as duas variáveis (V). A seguir, os achados rinométricos serão comparados com o grau e o tipo de fechamento velofaríngeo aferidos por nasofaringoscopia. Os resultados podem contribuir para a introdução de um novo método de aferição da função velofaríngea na rotina de exames disponíveis para a reabilitação da fala de pacientes com fissura palatina. (AU) | |
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