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Papel da aldosterona no desenvolvimento das lesões túbulo-intersticiais em ratos hipertensos 2R-1C

Processo: 11/02792-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal
Pesquisador responsável:Eduardo Barbosa Coelho
Beneficiário:Junya de Lacorte Singulani
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Hipertensão   Rim   Sistema renina-angiotensina   Aldosterona

Resumo

A aldosterona tem sido relacionada aos processos de fibrose miocárdica e nefrite túbulo-intersticial em modelos experimentais e em pacientes portadores de insuficiência cardíaca ou doenças renais com proteinúria. Nesse projeto, pretende-se estudar o efeito do tratamento com espironolactona (antagonista do receptor de aldosterona) sobre o desenvolvimento de lesões túbulo-intersticial em rins de ratos com hipertensão renovascular 2 rins-1 clip (2R-1C). Nesse modelo espera-se alta concentração plasmática de angiotensina II e aldosterona e um aumento gradual da pressão arterial, com o platô atingido em duas semanas. Além disso, o presente estudo pretende avaliar se o efeito observado com o uso de espironolactona é independente do seu efeito hipotensor e diurético, usando para isso comparação com o tratamento de doses equivalentes de amilorida. Ratos Wistar machos serão submetidos ao modelo de hipertensão renal tipo 2R-1C através da colocação de clip de prata de 0,20 mm de diâmetro na artéria renal esquerda. Os animais serão divididos em 4 grupos de 7, sendo um Sham, um controle e dois com tratamento ativo por 4 semanas com espironolactona (20 mg/Kg/dia) ou amilorida (7 mg/Kg/dia) via oral. Antes e depois do período de tratamento serão avaliados parâmetros funcionais como creatinina, osmolaridade, sódio e potássio plasmáticos e urinários e albuminúria. A pressão arterial sistólica será medida por pletismografia de cauda, uma vez por semana. Além disso, no fim do tratamento, serão realizadas imunohistoquímica e Western Blot com anticorpos para fibronectina, ED-1, NF-kb e alfa-SMA, com intuito de se avaliar a extensão do comprometimento túbulo-intersticial. Os dados serão comparados com ANOVA não paramétrica seguida de teste de Dunn, com alfa menor que 0,05. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SINGULANI, Junya de Lacorte. O papel da aldosterona no desenvolvimento das lesões tubulointersticiais em ratos hipertensos 2R-1C. 2012. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Ribeirão Preto.

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