| Processo: | 11/05973-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Joel Claudio Heimann |
| Beneficiário: | Juliana Oliveira de Melo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 08/01489-5 - O sistema renina-angiotensina em prole de mães submetidas a alterações no ambiente perinatal, AP.TEM |
| Assunto(s): | Poluição atmosférica Poluentes ambientais Inflamação Biomarcadores Placenta Gravidez Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ambiente perinatal | Biomarcadores inflamatórios | Inflamação | poluição | Ambiente perinatal |
Resumo A exposição à poluição atmosférica está associada a efeitos prejudiciais sobre a saúde podendo gerar alterações no sistema respiratório, cardiovascular e reprodutor. Casos de prematuridade, aumento na proporção do nascimento de fêmeas, alterações placentárias e baixo peso ao nascimento têm sido associados à exposição perinatal a poluentes ambientais. O baixo peso fetal, por sua vez, indica escassez na oferta de nutrientes e oxigênio ao feto e pode estar relacionado tanto à desnutrição como a problemas hemodinâmicos maternos e distúrbios morfológicos e funcionais da placenta. Estudos têm mostrado que o baixo peso ao nascimento está associado ao desenvolvimento de doenças na vida adulta, como doenças cardíacas, Diabetes tipo 2, hipertensão e Obesidade. O desenvolvimento de reação inflamatória local e sistêmica em resposta à exposição ao material particulado, um dos poluentes ambientais presentes no ar, também tem sido relatada. A ocorrência de fenômenos inflamatórios na placenta pode resultar na perfusão inadequada da mesma e consequente deficiência no transporte transplacentário de nutrientes. Assim, a perfusão placentária inadequada pode provocar restrição do crescimento intrauterino, ao interferir com um ou mais processos, causando prejuízo da nutrição fetal e/ou redução da oxigenação do sangue materno e fetal. Desta forma, é necessário o desenvolvimento de um estudo que possa caracterizar o desenvolvimento de uma reação inflamatória local e sistêmica em ratas submetidas à exposição da poluição do ar, nos períodos pré-gestacional ou gestacional. Para tal, ratas Wistar serão expostas à poluição atmosférica no concentrador de partículas ambientais e receberão uma carga de 4680 µg/dia, que foi determinada com base nas exposições ambientais reais na região metropolitana da cidade de São Paulo. O sangue e a placenta serão avaliados para determinar se os marcadores inflamatórios, TNF-alpha, INF-gama, IL-1beta e IL-4, IL-6, IL-10 e receptor tool like-4, estão envolvidos neste fenômeno. (AU) | |
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