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Diversidade de macroalgas nas unidades de conservação insulares do estado de São Paulo, Brasil

Processo: 10/20559-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2011
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal
Pesquisador responsável:Mutue Toyota Fujii
Beneficiário:Renato Rocha Jorge
Instituição-sede: Instituto de Botânica. Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/51270-7 - Diversidade das microalgas vermelhas (Rhodophyta) do estado de São Paulo baseada em barcoding, morfologia e distribuição geográfica (RHODO-SP), AP.BTA.TEM
Assunto(s):Biodiversidade   Macroalgas   Hidrodinâmica   Litoral   São Paulo

Resumo

O litoral paulista possui aproximadamente 700 km de extensão, sendo divido em três subunidades: Norte, Baixada Santista (centro) e Sul, com quatro Parques Estaduais Insulares: Ilha Anchieta, Ilhabela, do Cardoso e o Marinho da Laje de Santos, além de duas Estações Ecológicas que englobam ilhas: Tupinambás e Tupiniquins. Nesses locais, até o momento, foram realizados poucos trabalhos sistemáticos que descrevem a diversidade de macroalgas ali existente, principalmente, com amostragens feitas no infralitoral dos respectivos costões rochosos. O presente trabalho visa realizar o levantamento da diversidade de macroalgas que ocorrem nas porções insulares das unidades de conservação do litoral paulista: Ilhabela, Ilha da Queimada Grande, da Queimada Pequena, do Cardoso e do Castilho, por meio de análises morfológicas e moleculares; bem como relacionar essa diversidade com as diferentes épocas do ano (verão-outono x inverno-primavera), além das propriedades hidrodinâmicas e hidrográficas da região. Estas áreas foram selecionadas por serem pouco visitadas pelo homem em relação ao restante das regiões litorâneas do Estado e o conhecimento da ficoflora ser escasso, além de haver a possibilidade de prever os impactos futuros provocados pelas expansões, não só dos portos de Santos e São Sebastião, como do crescimento imobiliário, entre outros fatores antrópicos. O conhecimento dessa diversidade é fundamental para o desenvolvimento de projetos de monitoramento e manejo ambiental, permitindo a mitigação de impactos através de ações públicas competentes. Nesse processo, a análise hidrodinâmica é uma ferramenta importante, possibilitando não só uma melhor compreensão do padrão de ocorrência dos táxons encontrados através da influência de massas d'água e outros fenômenos oceanográficos, como detectar e mensurar impactos de áreas densamente povoadas nas unidades de conservação, através da introdução de espécies ou do transporte de poluentes. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Pesquisa identifica novos táxons de algas marinhas vermelhas 
Research identifies new taxa of red marine algae  
Identifican nuevos taxones de algas marinas rojas 

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ROCHA-JORGE, RENATO; NAUER, FABIO; SILVA, INGRID B.; FUJII, MUTUE T.; NECCHI, JR., ORLANDO; LE GALL, LINE; OLIVEIRA, MARIANA C. Diversity of Chondracanthus (Gigartinaceae, Rhodophyta) on the Brazilian coast based on molecular and morphological evidences. BRAZILIAN JOURNAL OF BOTANY, v. 41, n. 4, p. 889-900, DEC 2018. Citações Web of Science: 0.
ROCHA-JORGE, RENATO; CASSANO, VALERIA; BARROS-BARRETO, MARIA BEATRIZ; DIAZ-LARREA, JHOANA; SENTIES, ABEL; CANDELARIA GIL-RODRIGUEZ, MARIA; FUJII, MUTUE TOYOTA. Osmundea sanctarum sp. nov. (Ceramiales, Rhodophyta) from the southwestern Atlantic Ocean. PHYTOTAXA, v. 100, n. 1, p. 41-56, MAY 23 2013. Citações Web of Science: 12.

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