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Estresse oxidativo pulmonar em camundongos obesos e asmáticos: potencial terapêutico de agentes antioxidantes

Processo: 11/11401-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral
Pesquisador responsável:Edson Antunes
Beneficiário:Cristina Maki Horimoto
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo   Antioxidantes   Asma   Inflamação   Obesidade   Eosinófilos

Resumo

A obesidade e a asma são doenças prevalentes e crescentes, e ambas têm impacto significativo na saúde pública mundial. O aumento simultâneo da prevalência da asma e da obesidade tem levado investigadores a sugerirem que a obesidade possa ser um fator importante no desencadeamento da asma, ou até piorar um quadro de asma pré-existente. Entretanto, ainda há poucos estudos voltados à investigação da natureza da exacerbação da resposta inflamatória alérgica pulmonar em indivíduos obesos. O fato de a obesidade ser uma condição clínica associada a inflamação crônica e produção de espécies reativas estreita ainda mais a associação entre obesidade e asma. Além disso, há fortes evidências de um desequilíbrio oxidante-antioxidante na asma. Em nosso laboratório padronizamos um modelo de obesidade em camundongos C57BL6/J, através de dieta hiperlipídica por 10 semanas, para fins de compreensão dos mecanismos fisiopatológicos presentes na exacerbação da resposta inflamatória pulmonar alérgica em animais sensibilizados e desafiados com ovalbumina (OVA). Observamos que camundongos C57BL6/J obesos por indução de dieta exibem exacerbação do infiltrado eosinofílico pulmonar frente ao desafio com OVA, a qual é acompanhada por elevação significante dos níveis de IL-5, IL-4, TNF-a e IL-10 no lavado broncoalveolar (LBA). No presente projeto, pretendemos avaliar a contribuição de espécies reativas de oxigênio (ERO) e de nitrogênio (ERN) para a exacerbação do influxo eosinofílico pulmonar alérgico em animais obesos. Procuraremos, ainda, avaliar o potencial efeito terapêutico de agentes antioxidantes no manejo da asma alérgica associada à obesidade. Especificamente, objetivamos (1) quantificar marcadores do estresse oxidativo em camundongos obesos e asmáticos (e seus respectivos controles), avaliando-se a atividade superóxido dismutase (SOD), produção de ânion superóxido (O2-) e de peróxidonitrito (ONOO-), expressão de óxido nítrico sintase induzível (iNOS) e produção de nitrito e nitrato no LBA e/ou homogenato pulmonar; (2) avaliar o efeito do tratamento com antioxidantes como epigalatocatequina-3-galato no influxo eosinofílico pulmonar, bem como nos níveis séricos e/ou no LBA de adipocitocinas (leptina, adiponectina) e de citocinas (IL-4, IL-5, TNF-±, IL-6, IL-10, eotaxina) em camundongos obesos e asmáticos.

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