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Investigacao sobre a participacao das adesinas saa, iha e lpfo113 na interacao de amostras de escherichia coli de produtoras de toxinas (stec) com linhagens celulares instestinais e pesquisa de novos...

Processo: 11/51035-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2011
Vigência (Término): 27 de maio de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Beatriz Ernestina Cabilio Guth
Beneficiário:LUIS FERNANDO DOS SANTOS
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Escherichia coli   Adesão   Escherichia coli Shiga toxigênica   Toxina Shiga

Resumo

As amostras de Escherichia coli produtoras de toxina Shiga (STEC) têm sido isoladas de pacientes com infecções entéricas graves e síndrome hemolítica urêmica desde o início dos anos 80, em diversos países do mundo incluindo o Brasil. Dentro do patotipo STEC o sorotipo O113:H21 pertence a uma subcategoria cuja importância clínica e epidemiológica aumentou significativamente, as STEC desprovidas do gene eae. No Brasil amostras de E. coli O113:H21 de origem humana e não-humana, têm sido isoladas em diferentes regiões, e diversos estudos sobre as características fenotípicas e genotípicas de virulência envolvendo este sorotipo foram realizados anteriormente em nosso laboratório, trazendo importantes contribuições para a elucidação de aspectos relacionados às infecções por estas bactérias. Os resultados até aqui obtidos por nosso grupo nos estimulam a darmos continuidade nestes estudos, estendendo inclusive nossas investigações para outros sorogrupos eae-. Sendo assim no presente projeto pretende-se investigar a participação de algumas adesinas descritas em amostras eae-, mais especificamente as adesinas Saa, lha e LpfO113, nos processos de interação destas amostras com cultivos celulares. Além disso, de forma ainda inédita no Brasil, daremos inicio a uma extensa pesquisa de novos marcadores genotípicos de virulência, que possam ser empregados para fins diagnósticos, no reconhecimento de clones com maior potencial de causar doenças e persistir no ambiente, já que a virulência em amostras eae- é uma característica bastante variável. Nossos resultados poderão contribuir de forma contundente para a melhor compreensão dos diversos aspectos relacionados à patogenicidade e epidemiologia de amostras STEC e servirão de subsídio para uma série de medidas preventivas, como por exemplo, a profilaxia destas bactérias no reservatório animal. (AU)

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