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Participação da heparanase-1 na capacidade invasiva de células tumorais prostáticas

Processo: 11/08559-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2011
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Hernandes Faustino de Carvalho
Beneficiário:Taize Machado Augusto
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/16150-6 - Regulação androgênica, sinalização e interações celulares no desenvolvimento, fisiologia e regressão prostática, AP.TEM
Assunto(s):Matriz extracelular   Metástase   Próstata

Resumo

A glândula prostática é alvo de várias afecções incluindo prostatites, neoplasias prostáticas benignas e malignas como o câncer que é responsável por grande número de mortes não acidentais entre os homens, principalmente com o avanço da idade. Por estas razões há uma grande motivação para estudos que se referem aos mecanismos de regulação do seu crescimento e de sua fisiologia. A degradação dos componentes da membrana basal e de outros componentes da matriz extracelular é um passo crítico entre os múltiplos eventos da cascata que levam à metástase. As células tumorais degradam estes componentes utilizando uma variedade de enzimas como a heparanase-1(HPSE-1) e as metaloproteinases de matriz (MMPs). A HPSE-1 é uma endoglicosidase que degrada cadeias de heparan sulfato e sua superexpressão tem íntima relação com processos tumorais, potencial metastático, vascularidade tumoral e sobrevivência pós-operatória reduzida de pacientes acometidos pelo câncer. Neste sentido, este projeto visa investigar a participação da HPSE-1 na capacidade invasiva de células de linhagens tumorais prostáticas (PC3, LNCaP e DU-145) em comparação com a linhagem não tumoral RWPE-1. As diferentes linhagens serão avaliadas quanto à expressão da HPSE-1 e quanto ao seu potencial de degradação de DQ-gelatina-FITC sobre Matrigel, utilizando ensaios de superexpressão da HPSE-1 e de inibição por RNA de interferência, além da inibição da atividade enzimática pelo peptídeo KKDC. Além disto, será monitorado o crescimento tumoral destas células em modelo xenográfico e metástase experimental, para melhor entender a biologia e o microambiente da metástase do câncer de próstata e sua susceptibilidade a tratamentos. (AU)