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Variabilidade na taxa de acumulação de sedimentos siliciclásticos ao largo do sudeste da América do Sul durante os últimos 8.000 anos

Processo: 11/12246-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Cristiano Mazur Chiessi
Beneficiário:Marília de Carvalho Campos
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):América do Sul   Erosão do solo   Holoceno   Sedimentologia

Resumo

Um forte aumento na precipitação sobre a porção sudeste da América do Sul (SEAS) está previsto para as próximas décadas. Este aumento pode implicar em significativos transtornos e perdas nas áreas urbanas e rurais assim como em uma intensificação na erosão continental e no aporte de sedimentos para a porção oeste subtropical do Atlântico Sul. Uma forma de diminuir as marcantes incertezas associadas ao comportamento futuro da erosão continental é estudar os efeitos que significativas alterações pretéritas na precipitação sobre o SEAS tiveram sobre o aporte de sedimentos ao ambiente marinho. Neste projeto propomos reconstituir a taxa de acumulação de sedimentos siliciclásticos ao longo do talude continental do SEAS durante os últimos 8.000 anos, de modo a verificar se períodos-chave de mudanças na precipitação sobre o SEAS (e.g., Holoceno Médio, Holoceno Superior) estiveram relacionados a variações na erosão e no aporte de sedimentos siliciclásticos para a porção oeste subtropical do Atlântico Sul. Este objetivo será atingido por meio da datação 14C AMS de diversas amostras de foraminíferos planctônicos provenientes de testemunhos sedimentares coletados entre as latitudes 27 e 39oS coletados ao largo do SEAS. (AU)