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Formação de trabalhadores no modelo de gestão das empresas estratégicas: Uma empresa júnior como objeto de análise

Processo: 11/14621-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Trabalho e Organizacional
Pesquisador responsável:Francisco Hashimoto
Beneficiário:Eduardo Moura da Costa
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil

Resumo

O sistema toyotista ou modelo de produção flexível surgiu como uma alternativa às crises que o fordismo passou a sofrer após a década de 70. Esse novo modelo introduziu novas formas de conceber o processo produtivo, através da concepção de que é o consumo que dita à produção, além da criação do sistema kaban, das células de produção, dos Círculos de controle de qualidade (CCQ), dentre outras inovações. Tais mudanças no sistema produtivo atingiram várias camadas da sociedade além de introduzir uma nova forma de gestão, chamada por alguns teóricos de estratégica. Em oposição à gestão tecnocrata, a gestão estratégica prevê a verticalização da hierarquia, introdução de tarefas mais intelectualizadas, aumento da divisão técnica do trabalho e o incremento das mediações econômicas, ideológicas e psicológicas. Nesse contexto, surgiram na década de 60, dentro das universidades europeias, as primeiras empresas juniores. Elas são um complemento à formação dos universitários, na medida em que permite que eles prestem consultorias e vivenciem a dinâmica de uma empresa e também o mercado de trabalho. Hoje o Brasil é o país que mais possui empresas juniores no mundo, somando por volta de 1.200. Objetiva-se investigar como as características das empresas estratégicas, juntamente com suas contradições, são incorporadas pelas empresas juniores e como os indivíduos são formados a partir delas. Para tanto, utilizaremos a experiência de uma empresa júnior como objeto de análise. Pretende-se utilizar o método qualitativo de análise e coletar dados a partir de observações e entrevistas com os participantes da empresa.

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