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O estoque de carbono de reflorestamentos visando à restauração florestal é afetado pela diversidade de espécies arbóreas nativas?

Processo: 11/17317-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza
Pesquisador responsável:Pedro Henrique Santin Brancalion
Beneficiário:Ana Cristina André
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Biodiversidade   Estoque de carbono   Restauração ecológica   Biomassa   Mata Atlântica

Resumo

A compreensão da relação entre o nível de diversidade de espécies vegetais lenhosas de um ecossistema em processo de restauração e seu potencial de absorção e retenção de carbono atmosférico é uma questão de grande relevância para desenvolver métodos mais efetivos de restauração visando projetos de venda de créditos de carbono, bem como para entender o papel da diversidade de espécies arbóreas no sucesso da restauração de florestas tropicais. Nesse sentido, o presente trabalho tem por objetivo avaliar se o estoque de carbono na biomassa viva acima do solo de reflorestamentos visando à restauração florestal na Mata Atlântica é afetado pela diversidade de espécies arbóreas nativas. O trabalho será realizado em um experimento instalado em maio de 2006 na Estação Experimental de Anhembi, em Anhembi-SP, pertencente ao Departamento de Ciências Florestais da Esalq/USP. Nesse experimento, foram implantadas parcelas de 45 x 48 m, com 480 indivíduos cada, em esquema inteiramente casualizado, contento 20, 60 e 120 espécies (tratamentos). Para a quantificação de carbono da parte aérea e lenhosa serão coletados, de modo destrutivo, discos ao longo do tronco de três indivíduos de cada espécie para a obtenção da densidade por meio do método da balança hidrostática e, posteriormente, para o cálculo do estoque de carbono em cada espécie utilizando-se uma equação alométrica descrita em uma tese de mestrado para um experimento vizinho, e dados de mensuração dendrométrica já realizados no experimento. (AU)

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