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A sensação como alteração no De Anima de Aristóteles

Processo: 11/17293-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Marco Antônio de Ávila Zingano
Beneficiário:Fernanda de Araujo Izidório
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Alma   Aristotelismo   Emoções
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:alma | Aristóteles | Burnyeat | sensação | Sorabji | História da Filosofia Antiga

Resumo

O objetivo desta pesquisa é expor e analisar os problemas da teoria da sensação como alteração ou mudança material presente no De Anima de Aristóteles e como esta se aplica a seus objetos, determinando o papel cognitivo da sensação. Investigaremos, para tanto, duas hipóteses de interpretação de De Anima II 5: a de Myles Burnyeat no artigo de 2002 "De Anima II 5", defendendo ser um tipo de mudança exclusivo da capacidade cognitiva e negando que a alteração descrita por Aristóteles nesta passagem seja tal qual a descrita na Física, definição esta que se aplica a alterações em geral; e a de Richard Sorabji nos seguintes artigos "Body and Soul in Aristotle" (1974) e "Intentionality and Physiological Process: Aristotle's Theory of Sense-Perception" (1995) que dão ênfase a essa alteração como processo fisiológico e de explicação material. Analisaremos o texto do De Anima, privilegiando a precisão dos conceitos e a extensão destes, não só no tratado aristotélico da alma, mas em outros textos fundamentais do autor, especialmente nos que dizem respeito ao estudo da mudança. (AU)

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