| Processo: | 11/12666-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Francisco Carlos Groppo |
| Beneficiário: | Luiz Eduardo Nunes Ferreira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 06/00121-9 - Novas formulações de anestésicos locais de liberação controlada: do desenvolvimento ao teste clínico odontológico, AP.TEM |
| Assunto(s): | Biologia celular Sobrevivência celular Células epiteliais Fibroblastos Anestésicos locais Mediadores da inflamação Apoptose Gengiva Ensaio de imunoadsorção enzimática Análise de variância |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anestésicos locais | células epiteliais orais | Fibroblastos gengivais | Mediadores inflamatorios | viabilidade celular | Biologia celular |
Resumo O controle mais eficaz da dor tem motivado a pesquisa de novas formulações anestésicas locais. A associação a carreadores tem sido proposta visando prolongar o efeito anestésico e reduzir sua toxicidade. Novas formulações anestésicas produziram uma baixa toxicidade sistêmica e maior duração da anestesia. Também foram observados efeitos adversos como o aparecimento de processos inflamatórios indolores e sem causa aparente. Esta resposta inflamatória de natureza desconhecida poderia ser desencadeada pela liberação de citocinas pró-inflamatórias. A aplicação destas formulações em seres humanos, nas formas tópicas desenvolvidas pelo grupo, exige biocompatibilidade e ausência de reações adversas importantes. Desta maneira, o objetivo do estudo é observar os efeitos dos anestésicos locais livres e associados aos carreadores sobre a modulação dos mediadores inflamatórios IL-6, IL1-±, IL-8, TNF-±, IL-10 e PGE2, além de sua ação sobre a viabilidade celular em culturas de células epiteliais orais e fibroblastos gengivais humanos. As células serão expostas a diferentes concentrações dos anestésicos bupivacaína, lidocaína, ropivacaína e benzocaína livres ou associados a lipossomos ou ciclodextrina. A quantificação de citocinas será feita utilizando o teste de ELISA de captura, após 6h e 24h da exposição aos anestésicos. A viabilidade celular será estimada após os períodos de exposição e comparadas ao grupo controle sem tratamento. A análise estatística será realizada por ANOVA (teste de Turkey) ou Kruskal-Wallis (teste de Dunn) na dependência da distribuição dos dados e da homecedasticidade das variâncias. O nível de significância será 5% e o pacote estatístico será o BioEstat 5.0. (AU) | |
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