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Análise da expressão de genes glutamatérgicos Grin1 e Gria1 em um modelo animal de esquizofrenia - a linhagem SHR: possíveis implicações para a fisiopatologia e tratamento dessa doença

Processo: 11/13099-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Vanessa Costhek Abílio
Beneficiário:Mariana Cepollaro Diana
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Esquizofrenia   Expressão gênica   Glutamatos   Modelos animais

Resumo

A esquizofrenia é o transtorno mental mais grave e incapacitante entre os distúrbios psiquiátricos. Possui um componente genético desencadeado por fatores ambientais. Entretanto, as bases genéticas desse distúrbio ainda não foram totalmente elucidadas, assim como sua fisiopatologia. O tratamento é realizado com o uso de antipsicóticos, fármacos bloqueiam receptores dopaminérgicos do tipo D2. Entretanto, pouco se conhece a respeito de ações dessas drogas sobre a expressão gênica. Nesse contexto, o objetivo deste estudo é a comparação da expressão dos genes Grin1 e Gria1 (receptores glutamatérgicos NMDA e AMPA, respectivamente) entre a linhagem SHR - um modelo animal de esquizofrenia - e a linhagem Wistar (ratos controle); entre animais tratados e não tratados com antipsicótico; entre animais de diferentes tratamentos; e entre tecidos centrais (córtex pré-frontal e núcleo accumbens) e periférico (sangue). Para tal, utilizaremos 4 grupos de ratos machos adultos (n° de 7 animais por grupo) separados de acordo com o tratamento utilizado (risperidona, haloperidol, clozapina e veículo). O padrão de expressão gênica será avaliado por PCR em Tempo Real utilizando o sistema Taqman Ò de detecção. Os resultados desse estudo poderão proporcionar novos dados quanto à expressão gênica em relação à psicopatologia da doença e também em relação a seu tratamento. Um melhor conhecimento da patologia e uma possível identificação de marcadores biológicos (genes) poderão possibilitar, no futuro, uma ação terapêutica precoce e uma melhor qualidade de vida dos pacientes. (AU)

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