| Processo: | 11/18142-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Taissa de Mattos Faria |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Melanoma Invasão tumoral Biologia molecular Superexpressão gênica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Invasão tumoral | melanoma | migração tumoral | Reck | Superexpressão Gênica | Biologia Molecular |
Resumo O melanoma é a forma mais agressiva de câncer de pele e representa a maior causa de morte por esta doença, principalmente em adultos jovens. A resistência deste tumor a maior parte das drogas antitumorais tem sido um enorme desafio para a comunidade científica, o que fez com que se tornasse necessário o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. A resistência a morte por apoptose em resposta à quimioterapia e outros estímulos externos permitem uma vantagem seletiva para progressão tumoral, formação de metástase e resistência à terapia. O melanoma acumula uma série de alterações na expressão gênica que contribuem para a proliferação descontrolada, evasão de senescência e inibição de morte celular em múltiplas rotas intracelulares. O gene RECK, objeto deste estudo, possui características importantes em toda progressão tumoral. Trata-se de uma proteína ancorada à membrana citoplasmática capaz de regular negativamente as metaloproteinases (MMPs). As MMPs degradam a matriz extracelular, contribuindo para a formação de um microambiente favorável ao crescimento tumoral e à metástase. O gene RECK está presente em diferentes tecidos humanos normais, porém, ao se analisar a sua expressão em diversas linhagens tumorais, nota-se que a mesma é baixa ou não é detectada. Quando RECK é superexpresso em diferentes linhagens de células malignas, a secreção de MMPs é reduzida e a capacidade invasiva e metastática é suprimida, o que indica a correlação inversa entre a expressão de RECK e a invasão e metástase tumoral. Assim, este trabalho pretende avaliar os efeitos de RECK em linhagens de melanomas metastáticos humanos a fim de avaliar parâmetros envolvidos em migração e invasão celular. | |
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