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Caracterização de Clostridium perfringens isolados de ruminantes e suínos: tipagem molecular (a a e) e detecção dos genes das toxinas 22 e enterotoxina

Processo: 11/19666-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de novembro de 2011
Vigência (Término): 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Vera Letticie de Azevedo Ruiz
Beneficiário:Silmara Camargo Prado Lunelli
Instituição-sede: Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/00390-5 - Estudo caso controle de agentes infecto-parasitários causadores de diarréias em leitões neonatos, AP.R
Assunto(s):Ruminantes   Suínos   Tipagem molecular   Clostridium perfringens

Resumo

O Clostridium perfringens, conhecido antigamente como Clostridium welchii, faz parte dos clostrídios enteropatogênicos. É uma bactéria anaeróbia estrita gram-positiva, em forma de bacilos e que produzem endósporos resistentes ao calor. Muitos destes anaeróbios são patogênicos tanto para o homem como para outros animais, e a maioria das doenças resultantes são mediadas pela produção de toxinas extracelulares potentes. O Clostridium perfringens é uma bactéria normal da microbiota intestinal de animais e humanos, e está amplamente distribuído no solo. Um desequilíbrio nessa microbiota pode causar uma elevação de produção de toxinas, levando o animal a um quadro entérico seguido ou não de morte, que é uma das principais patologias associada a esse agente em animais. Em humanos está relacionado a quadros de intoxicação alimentar, quando ingerido alimento contaminado, determinando seu papel zoonótico. Existem 5 tipos toxigênicos de Clostridium perfringens (A-E), e cada um deles produz diferentes toxinas. As toxinas produzidas são a alfa, beta-1, beta-2, épsilon, iota e enterotoxina, sendo esta última causadora de infecção alimentar em humanos. A enterotoxina confere o papel zoonótico da bactéria, sendo responsável pelo desenvolvimento de quadros de intoxicação alimentar no homem após ingestão de alimentos contaminados com grandes quantidades de Clostridium perfringens. A fim de avaliar a ocorrência de C. perfringens e seus toxinotipos em amostras de suínos e ruminantes com alterações gastrintestinais, o objetivo inicial do trabalho baseia-se no isolamento e tipificação molecular (PCR) dos isolados em amostras de 80 animais doentes e 50 animais saudáveis e detecção do gene da enterotoxina (cpe) por PCR em todos os isolados. Além disso também avaliará a importância da toxina B2 na determinação dos quadros com sua detecção por PCR.

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