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Resistência à fratura de coroas dentais submetidas a diversas tratamentos antioxidantes após clareamento intracoronário

Processo: 11/06344-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia
Pesquisador responsável:Milton Carlos Kuga
Beneficiário:Francisco Carlos Bomtorin
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Peróxido de hidrogênio   Clareamento de dente   Antioxidantes

Resumo

Sessenta pré molares superiores terão suas coroas acessadas e os canais radiculares preparados com o Sistema ProTaper até o instrumento F2, simultaneamente irrigados com o hipoclorito de sódio a 2,5%. Uma vez concluído o preparo químico mecânico, os canais serão obturados pela técnica do cone único com o AH Plus e a câmara pulpar limpa com etanol. Na sequência, os espécimes serão divididos em 6 grupos experimentais (n=10). No G1 (controle) as coroas serão restauradas imediatamente com resina composta. Nos demais grupos, os dentes serão submetidos a 3 sessões de clareamento intracoronário, com intervalos de 7 dias, utilizando o peróxido de hidrogênio (H2O2) a 15% com nanoparticulas de dióxido de titânio, fotoativado com LED-laser. Em cada uma das sessões, serão realizadas duas aplicações de fotoativação do H2O2, tanto na face vestibular como no interior da coroa dental. Os dentes do G2, após a finalização do clareamento, serão restaurados identicamente aos do G1. Nos demais grupos serão mantidos, por 24 horas, um antioxidante com veículo específico no interior da coroa dental: G3 - ascorbato de sódio a 10% em gel de natrosol; G4 - ascorbato de sódio a 10% em solução aquosa; G5 - alfa-tocoferol a 10% em álcool de cereais ou grupo 6 - alfa-tocoferol a 10% em carbopol. Após este período, os agentes serão removidos e as coroas dentais lavadas e restauradas, semelhantemente às do G1. Entre as sessões do experimento, os espécimes permanecerão imersos em saliva artificial e as câmaras pulpares preenchidas com guta percha e vedadas com material restaurador provisório. Após a conclusão do clareamento, uma nova imersão por mais 24 horas adicionais será realizada e as coroas dentais submetidas ao teste de resistência à fratura, empregando-se um dispositivo, com extremidade arrendondada, ajustada às vertentes triturantes das mesmas, em máquina de ensaio EMIC DL2000. Os resultados obtidos serão submetidos à análise de variância, com nível de significância a 5%.

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