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Papel da suplementação de ácido palmitoléico sobre a resistência à insulina no músculo esquelético de camundongos alimentados com dieta hiperlipídica

Processo: 11/14026-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2011
Vigência (Término): 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:José Cesar Rosa Neto
Beneficiário:Edson Alves de Lima Junior
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Sistema musculoesquelético   Fisiologia endócrina   Insulina   Resistência à insulina

Resumo

A obesidade é uma das doenças mais associadas ao estilo de vida moderno, e tem como consequência muitas co-morbidades, como resistência à insulina que leva muitas vezes ao desenvolvimento de diabetes, síndrome metabólica, o aumento na probabilidade de desenvolvimento de alguns tipos de tumores, ao desencadeamento de doenças cardiovasculares, dentre outras morbidades. Apesar de vários trabalhos mostrarem os efeitos dos ácidos graxos sobre o metabolismo sistêmico, e o consenso de que o alto conteúdo de lipídeos na dieta está associado com resistência à insulina, ainda é incipiente o conhecimento sobre o efeito do ácido palmitoléico (w-7), no mecanismo de ação envolvido sobre a sensibilidade insulínica no músculo esquelético. Com isso, o objetivo do presente projeto é investigar o papel da suplementação com ácidos graxos (AG) w-7 (óleo de macadâmia), sobre a resistência à insulina induzida por dieta hiperlipídica em camundongos. Para isso, serão utilizados camundongos da linhagem C57BL6. Os animais receberão dieta balanceada, suplementada ou não com o AG w-7, durante 12 semanas (semanas 0 à 12). Os animais receberão dieta balanceada nas primeiras 4 semanas, já nas semanas 5 a 12, um grupo de animais continuará recebendo dieta balanceada e outro grupo receberá dieta hiperlipídica. O objetivo do estudo é avaliar o quadro de sensibilidade à insulina sistêmica e a muscular (a qual será realizada no músculo sóleo isolado). Para isso, os seguintes parâmetros serão analisados: sensibilidade sistêmica à insulina estimada in vivo pelo teste de tolerância a insulina, teste oral de tolerância à glicose, glicemia basal e insulinemia basal na 4ª, 8ª e 12ª semana. Os experimentos in vitro (captação/incorporação/oxidação de glicose) e sinalização molecular da via da insulina, serão realizados mediante a mesuração de Akt total e fosforilada realizadas em músculo sóleo isolado. (AU)