| Processo: | 11/18631-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Geraldo Busatto Filho |
| Beneficiário: | Ulysses dos Santos Torres |
| Instituição Sede: | Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuroimagem Esquizofrenia Cérebro Morfometria Ressonância magnética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | esquizofrenia | Morfometria baseada no voxel | neuroimagem | Ressonância Magnética | Neuroimagem em Psiquiatria |
Resumo A Esquizofrenia é um transtorno psiquiátrico grave que afeta cerca de 1% da população mundial, representando uma das principais causas de incapacidade crônica entre adultos jovens. Embora sua etiologia permaneça pouco conhecida, com o advento de exames mais sofisticados de neuroimagem, como a imagem por Ressonância Magnética (RM), tem-se tornado possível estudar as alterações estruturais cerebrais na doença, e diferenças volumétricas regionais corticais e subcorticais têm sido caracterizadas em pacientes com Esquizofrenia em comparação a controles. Recentemente, o método de morfometria baseada no voxel (VBM) vem sendo empregado como uma alternativa automatizada a estudos volumétricos prévios que usavam delineamento manual das regiões de interesse para detectar e comparar diferenças estruturais entre pacientes e controles. Desde então, entretanto, há na literatura uma variabilidade significativa nos resultados dos estudos de RM estrutural na Esquizofrenia, gerando uma dificuldade na interpretação dos dados; diversos fatores contribuem para essa variabilidade, incluindo o emprego de amostras pequenas de pacientes e a caracterização inadequada dos grupos estudados, sobretudo no que se refere à cronicidade da doença e ao uso de medicamentos antipsicóticos. Assim, questões importantes como a progressão das alterações estruturais cerebrais ao longo do tempo, favorecendo a associação de uma hipótese neurodegenerativa ao modelo neurodesenvolvimental dominante proposto nas bases fisiopatológicas da doença, bem como o papel dos antipsicóticos nessa progressão, permanecem pendentes. O objetivo do presente estudo é identificar e descrever padrões de alterações estruturais cerebrais em uma ampla amostra de pacientes com Esquizofrenia, caracterizando tais alterações quanto à cronicidade da doença e ao uso de medicamentos antipsicóticos. Será realizado estudo transversal multicêntrico usando-se um banco de dados com exames de RM de 190 pacientes com Esquizofrenia (128 com Esquizofrenia crônica e 62 com Esquizofrenia de primeiro episódio) e 238 controles, com aplicação do método VBM; os achados de alterações estruturais serão posteriormente correlacionados à duração da doença e a variáveis relacionadas aos medicamentos antipsicóticos. Espera-se que a caracterização homogênea dos pacientes quanto a essas variáveis possa determinar achados mais consistentes de alterações estruturais cerebrais. (AU) | |
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