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Habitação social, arquitetura e cidade. um estudo comparado entre a produção do bnh (1964-1986) e da cef (1999-2006), no município de bauru/sp.

Processo: 11/18717-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Fundamentos de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Eulalia Portela Negrelos
Beneficiário:Yara Boscolo Bragatto
Instituição-sede: Instituto de Arquitetura e Urbanismo de São Carlos (IAU). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Conjuntos habitacionais   Habitação social

Resumo

Esta pesquisa busca um estudo comparado da promoção pública de habitação social através de provisão de moradia nova financiada diretamente ao morador, realizada pelo BNH (1964-1986, através da ação totalmente estatal) e pela CEF (1999-2006, através de construtora com mediação da administração municipal), no município de Bauru/SP. Em 1964 o governo militar estrutura o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) através do BNH e as Companhias de Habitação (COHAB), sendo Bauru uma das 5 COHAB paulistas criadas no período. Com a extinção da Fundação da Casa Popular (1946-1964) finda o modelo clientelista de promoção de moradias populares, inaugurando-se um período marcado pela concepção tecnicista para enfrentar os problemas sociais dos quais a habitação era elemento especial. Apesar de considerada como a única política habitacional nacional que o país já desenvolveu, com uma inegável importância para a produção massiva de habitação no período no qual vigorou (1964-1986) (BONDUKI, 2007), ainda há espaço de discussão sobre a implantação dos grandes "conjuntos habitacionais" nas periferias de grandes cidades, com problemas de instalação de infraestrutura, de manutenção dos bairros e das distâncias a percorrer, além do isolamento e exclusão socioambiental. (NEGRELOS, 1998). Os novos conjuntos do período 1999-2006, promovidos pela CEF, responderão a modelos distintos em termos de financiamento, constituição da demanda e relação com os mutuários, desenho dos conjuntos e tipologias de unidades habitacionais, sobretudo em função das dimensões dos terrenos disponíveis e utilizados e de seu isolamento em condomínios previsto desde a concepção dos projetos.