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Identificação das mutações de resistencia antiviral para inibidores de protease (ns3/4a) e polimerase (ns5b) para o vírus da hepatite c presentes em pacientes co-infectados hcv-hiv. estudo de uma série de casos

Processo: 11/21204-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Maria Cássia Jacintho Mendes Corrêa
Beneficiário:João Paulo Moreira
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50633-4 - Identificação das mutações de resistência antiviral para inibidores de protease (NS3/4A) e polimerase (NS5B) para o vírus da hepatite C presentes em pacientes co-infectados HCV-HIV: estudo de uma série de casos, AP.R
Assunto(s):Vírus da hepatite C   Filogenia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:análise filogenética | Co-infecção HIV | Hcv | Mutações de resistência antiviral | Região NS3 | Região NS5B | vírus da hepatite C | 4A | Moléstias Infeciosas e Parasitarias

Resumo

A hepatite crônica causada, pelo vírus da hepatite C (VHC), constitui um grave problema de saúde pública em todo o mundo. Além de constituir infecção de importante prevalência é responsável por causar doença crônica evolutiva com potencial evolutivo de alta gravidade. Devido à similaridade nas rotas de transmissão, a co-infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) e HCV é relativamente freqüente, afetando 30% a 50% dos portadores de HIV. O HIV e o HCV são ambos vírus de RNA com distribuição mundial e conduzem à infecção subclínica crônica, apresentando genomas altamente polimórficos como consequência de altos níveis de mutações. A co-infecção conduz a um pior prognóstico de ambas infecções, dificultando a resposta imunológica do hospedeiro. Em vista de tal situação, opções de tratamento para HCV mais eficazes e melhor toleradas são necessárias. Recentes avanços na biologia molecular têm levado ao desenvolvimento de novas moléculas pequenas que tem como alvo proteínas específicas integrantes do ciclo replicativo do vírus. Estes agentes, denominados Terapia Antiviral Alvo Específicas (STAT-C "Specific Target Antiviral Therapies") tem como alvos as proteínas não estruturais do HCV NS3 protease, proteína NS5A e NS5B RNA-dependente RNA-polimerase (RdRp,). Como esperado e, coerentemente com experiências anteriores similares no tratamento de HIV e Hepatite B (HBV), estudos com uso dos STAT-C tem indicado um número de mutações de resistência, incluindo exemplos em que estas mutações reduzem a capacidade intrínseca replicativa do HCV. Poucos estudos avaliaram a prevalência dessas mutações entre pacientes com hepatite C em todo o mundo. No Brasil, ainda não são disponíveis dados a esse respeito. É também nosso objetivo tentar avaliar possíveis associações entre a presença dessas mutações e algumas características clínicas. Conhecer a população viral que circula em nosso meio antes da introdução dos novos fármacos é de extrema importância para podermos avaliar a real prevalência das mutações primárias e melhor compreender a evolução da dinâmica dessa infecção após a introdução destes inibidores em nosso meio. No sentido de melhor se esclarecer essas questões é que propomos a realização do presente estudo.

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