| Processo: | 11/16623-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Solange Maria de Toledo Serrano |
| Beneficiário: | Luciana Bertholim Nasciben |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 98/14307-9 - Center for applied toxicology., AP.CEPID |
| Assunto(s): | Espectrometria de massas Proteômica Metaloproteinases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Degradoma | Espectrometria de massas | Hf3 | metaloproteinases | Proteínas Plasmáticas | Proteômica |
Resumo Proteinases estão presentes nos venenos de muitas serpentes e são estruturalmente classificadas como serinoproteinases semelhantes à tripsina (SVSPs - Snake Venom Serine Proteinases) e metaloproteinases (SVMPs - Snake Venom Metalloproteinases). As SVMPs são encontradas principalmente no veneno de viperídeos e são as principais responsáveis pela hemorragia, e patogênese pró-inflamatória local, observadas no envenenamento. As SVMPs são divididas em três classes principais dependendo da organização de seus domínios (P-I, P-II e P-III). Elas são membros da subfamília Reprolisina das metaloproteinases, que também inclui dois grupos de proteínas de homólogas, as ADAMs e as ADAMTSs. A classe P-III das SVMPs e as ADAMs/ADAMTs compartilham domínios homólogos do tipo disintegrina (D) e rico em cisteínas (C). Esta similaridade estrutural tem norteado diversos ensaios funcionais utilizados atualmente em toxinologia. O HF3 é uma SVMP da classe P-III, extremamente hemorrágica, que apresenta a dose hemorrágica mínima de 240 fmol em derme de coelho. Apesar das SVMPs serem altamente reativas contra os tecidos das presas, elas não afetam os componentes do próprio veneno ou os tecidos das glândulas que produzem o veneno. Uma parte deste projeto tem como objetivo avaliar o repertório de substratos (degradoma) do HF3 sobre o plasma humano in vitro, usando metodologias proteômicas. De maneira complementar, os sítios de clivagem do HF3 sobre as proteínas plasmáticas serão determinados pela utilização de uma biblioteca de peptídeos derivados do proteoma do plasma humano. Comparativamente, o degradoma do HF3 será também avaliado sobre o plasma de B. jararaca. Os resultados obtidos neste trabalho servirão de base para o entendimento da complexidade do degradoma da metaloproteinase HF3, bem como do complexo quadro fisiopatológico gerado pelas SVMPs que envolve a clivagem de proteínas plasmáticas. | |
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