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Histoquímica de musculaturas de Astyanax altiparanae de ambientes perturbados

Processo: 11/21432-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Flavio Henrique Caetano
Beneficiário:Cynthia Medina Ciamarro
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Histologia animal   Peixes   Morfologia animal

Resumo

Atualmente, é grande a quantidade de cursos d'água continentais que se encontram contaminados por poluentes, tais como produtos químicos, metais, esgoto e detergentes biodegradáveis. Tendo em vista o fato de a musculatura possuir um papel fundamental na realização do nado em peixes, sua importância se reflete em atividades como caça, fuga, procura pelo alimento, defesa, migração, etc. Alterações na estrutura muscular de peixes que possam vir a ocorrer devido à presença de poluentes na água trarão sérias implicações para o modo de vida destes, especialmente no caso de Astianax altiparanae que é uma espécie pelágica e nadadora ativa. Consequentemente, tem havido uma crescente preocupação em relação aos poluentes e os efeitos que estes podem ter sobre as populações de peixes que habitam esses ambientes aquáticos poluídos, uma vez que estes constituem uma das fontes de alimento mais importantes para certas populações humanas assim como a principal fonte de renda para comunidades pesqueiras. Sendo assim, pretende-se por meio do presente estudo, analisar e identificar possíveis alterações na estrutura morfológica da musculatura peitoral e caudal em peixes de pequeno porte como Astianax altiparanae, bem como analisar a ocorrência de um possível envelhecimento precoce destas, que possam ter sido causados pelos poluentes contidos na água com detergente diluído, na água do Lago Azul, Rio Claro, SP em comparação com a água pura do poço artesiano da UNESP - Campus Rio Claro que foi clorada de acordo com o modelo requerido pela SABESP e constituirá o grupo controle. A análise será feita com base na comparação do grupo controle com aqueles expostos aos poluentes e serão utilizadas técnicas de histologia, histoquímica e fluorescência. (AU)

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