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Imigração Chinesa,fronteiras simbólicas e educação: òs estudantes chineses Èm um colégio católico Èm São Paulo

Processo: 11/19826-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia
Pesquisador responsável:José Lindomar Coelho Albuquerque
Beneficiário:Priscila Cristina dos Santos
Instituição-sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Assunto(s):Educação   Alteridade

Resumo

Pretende-se analisar o fenômeno da recente imigração chinesa para São Paulo, especialmente no período do governo Lula (2003-2010), a partir da inserção de jovens estudantes chineses em um colégio tradicional e católico na cidade de São Paulo. Nesse período, intensificaram-se as relações político-econômicas entre a China e o Brasil, bem como o aumento dos fluxos migratórios de chineses para o nosso país. Os chineses têm representado personagens comumente encontrados em grandes centros urbanos brasileiros, tornando-se parte do cenário "multiétnico" da cidade de São Paulo em especial. Ao focalizar a análise em um dos espaços privilegiados de socialização e sociabilidade das novas gerações em nossa sociedade, como é o caso da escola, é possível apreender de que forma se dá a interação entre alunos chineses e brasileiros imersos em um ambiente específico: o de um colégio religioso tradicional na cidade de São Paulo. Desta forma, é possível que se compreenda os significados das relações culturais entre brasileiros e chineses, especialmente as concepções de educação e como se formam as diferenças linguísticas e religiosas nesse espaço de relações interétnicas. Por meio da metodologia qualitativa e estratégias de técnicas de pesquisa como observação de campo e entrevistas semi-estruturadas com estudantes e outros funcionários da escola, será observado o discurso adotado pelo colégio para investimento e manutenção dos mais de cinquenta por cento dos alunos chineses, as possíveis relações de poder religioso, a figura do padre chinês e a competitividade e formas de cooperação entre os alunos.