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Caracterização molecular de Nosema spp. em Diatraea saccharalis e seu impacto na dispersão e capacidade de parasitismo de Cotesia flavipes em campo

Processo: 11/21018-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Italo Delalibera Júnior
Beneficiário:Letícia Grigolon Reis
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Microsporidia   Controle biológico

Resumo

O controle da broca da cana-de-açúcar, Diatraea saccharalis (Lepidoptera: Crambidae), é realizado em mais de três milhões de hectares através de liberações do endoparasitóide Cotesia flavipes (Hymenoptera: Braconidae). Um dos principais problemas no sistema de produção massal de C. flavipes é a redução nas criações de D. saccharalis pelo patógeno Nosema sp. (Microspora: Nosematidae). Recentemente, demonstramos que Nosema sp. é patogênico e altera importantes parâmetros biológicos de C. flavipes. Os parasitóides infectados também apresentam uma menor capacidade em localizar o hospedeiro em estudos conduzidos em olfatômetros, comparado a indivíduos sadios. Estes resultados revelam que a sanidade das criações pode ter um grande impacto econômico no sistema de produção e na eficiência do controle biológico. Este projeto tem como objetivo estudar o impacto de Nosema na eficiência de parasitismo e na capacidade de dispersão de C. flavipes em canaviais. Internódios de cana-de-açúcar infestados com lagarta de 3º instar de D. saccharalis serão dispostos a 15, 30 e 45 metros de distâncias de um ponto central de uma área concêntrica onde serão liberados adultos de C. flavipes. Os estudos serão feitos com C. flavipes sadios e infectados por Nosema sp., com 24 e 48h de vida, liberados em áreas distantes entre si. Os toletes serão agrupados dois a dois, contendo em um deles uma lagarta sadia e no outro internódio, uma lagarta com nosemose, para estudar a preferência dos parasitóides. Após 24h, as lagartas serão recuperadas e mantidas em dieta em condições controladas para constatação de parasitismo. Será também realizado sequenciamento de genes do DNA ribossômico de isolados amostrados em 12 usinas e laboratórios nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás para auxiliar na identificação específica do patógeno e caracterizar a diversidade de nosematídeos associada a D. saccharalis e C. flavipes no país.

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