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Influência dose-dependente da progesterona sobre a próstata do gerbilo da Mongólia (Meriones unguiculatus): consequências da sua administração pós-castração

Processo: 11/22094-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Sebastião Roberto Taboga
Beneficiário:Julia Quilles Antoniassi
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Próstata   Castração animal   Imuno-histoquímica   Progesterona

Resumo

A próstata, glândula do sistema reprodutor que tem origem embrionária a partir do seio urogenital, não é exclusiva do sistema reprodutor do macho, sendo também encontrada em fêmeas de várias espécies, incluindo humanos e roedores. No macho ela pode apresentar-se altamente desenvolvida em razão da presença do hormônio testosterona, e, apesar de pouco desenvolvida em fêmeas, devido à baixa quantidade desse mesmo tipo hormonal, é uma glândula funcional. Em fêmeas adultas de gerbilos, a próstata possui uma localização parauretral, exibindo íntimo contato com a parede proximal e medial da uretra, a qual é homóloga a próstata ventral de roedores machos. Em machos e fêmeas, a fisiologia prostática é regulada por hormônios esteroides, principalmente andrógenos e estrógenos. Enquanto os andrógenos induzem a diferenciação, desenvolvimento, e atividade secretora, os estrógenos parecem modular os efeitos androgênicos, mantendo o crescimento e fisiologia normal da próstata. Embora se conheça a influência da progesterona na fisiologia do sistema reprodutor feminino e masculino, poucos estudos exploram a sua influência, especificamente, sobre a glândula prostática, em ambos os sexos. Em fêmeas de roedores, incluindo o gerbilo da Mongólia, os fatores que influenciam a atividade prostática são poucos conhecidos, embora existam indícios de que as flutuações hormonais decorrentes do ciclo estral influenciam a morfofisiologia prostática em fêmeas, e que alterações hormonais decorrentes da senescência estejam associadas à instalação de lesões prostáticas em ambos os sexos. Desta forma, este projeto visa avaliar, por métodos histológicos, histoquímicos, imunocitoquimicos e estruturais com parâmetros qualitativos e quantitativos, diversos aspectos morfofuncionais da glândula prostática de machos e de fêmeas, decorrentes principalmente da influência da progesterona. (AU)