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Efeitos do exercício físico sobre a expressão da S1PR1 em músculo de roedores

Processo: 11/23331-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Eduardo Rochete Ropelle
Beneficiário:Érico Luiz Moreto Lins
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/09656-0 - Caracterização da proteína S1PR1 hipotalâmica no controle da ingestão alimentar em roedores, AP.JP
Assunto(s):Exercício físico   Endocrinologia

Resumo

O músculo esquelético possui uma notável capacidade de regeneração seguido de trauma agudo, exercício ou dano causado por miotoxina. A ativação, proliferação e diferenciação de células miogênicas precursoras, ou células satélite musculares, são indispensáveis para a regeneração do músculo esquelético. Assim, é importante compreender os mecanismos moleculares responsáveis por estas adaptações. O fator de transcrição STAT3 - cuja ativação por fosforilação é intermediada pela proteína tirosina-quinase JAK2 - é um importante regulador de diversos genes envolvidos na regeneração muscular, particularmente da diferenciação miogênica, como Myogenin, MEF2 e IGF2. A ativação da STAT3 no músculo esquelético durante o período de regeneração muscular, diferenciação miogênica e após a prática de exercício resistido é um evento imediato e persistente, considerado intermediado pela produção de citocinas como IL-6 e LIF. Entretanto, foi anteriormente estabelecido a ativação da STAT3 induzida pelo exercício e na diferenciação miogênica independentemente do aumento destas citocinas. Assim, outros fatores podem estar envolvidos na ativação da via JAK2/STAT3 no músculo esquelético seguido de dano. Por outro lado, o esfingolipídeo Esfingosina-1-Fosfato, através da isoforma 1 de seu receptor (S1PR1), foi identificado como indutor persistente da via JAK2/STAT3 em tumores. Além disso, foi paralelamente demonstrado o aumento da produção de Esfingosina-1-Fosfato no período posterior à prática de exercício físico, e o tratamento com o esfingolipídeo é associado à potencialização da regeneração do músculo esquelético. Entretanto, os mecanismos moleculares que relacionam a Esfingosina-1-Fosfato ao processo de regeneração muscular ainda não foram elucidados. Portanto, o objetivo deste trabalho é identificar o envolvimento da Esfingosina-1-Fosfato e do receptor S1PR1 na ativação da via JAK2/STAT3 no músculo esquelético de roedores após dano muscular induzido por bupivacaína e exercício físico.