Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeitos da poluição atmosférica na DPOC avaliados por meio do transporte mucociliar e marcadores inflamatórios

Processo: 11/03653-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 31 de março de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Dionei Ramos
Beneficiário:Luiz Carlos Soares de Carvalho Junior
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Citocinas   Doença pulmonar obstrutiva crônica   Fisioterapia respiratória   Depuração mucociliar   Poluição atmosférica

Resumo

A temática poluição atmosférica é abordada há muito tempo, isso devido aos efeitos nocivos que provoca à saúde humana. Entre as fontes emissoras de poluentes encontram-se as queimadas da palha da cana-de-açúcar, que libera na atmosfera grande quantidade de material particulado (MP), dessa forma milhões de pessoas são expostas, inclusive indivíduos com asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que são mais vulneráveis. As partículas inaladas são depuradas pelo aparelho mucociliar, que é a primeira linha de defesa do sistema respiratório e seu mau funcionamento predispõe o individuo a maior risco de infecções respiratórias. Além disso, o MP pode acarretar aumento na produção de marcadores inflamatórios, condição que já é presente no indivíduo com DPOC na fase estável e ainda mais pronunciada nas exacerbações. Desse modo indivíduos com DPOC podem apresentar piora na transportabilidade mucociliar e aumento de mediadores inflamatórios em períodos com maior poluição atmosférica. O objetivo principal do presente estudo será analisar a influência da poluição atmosférica na transportabilidade mucociliar, mediadores inflamatórios, função pulmonar e qualidade de vida de indivíduos com DPOC e como objetivo secundário comparar a influência da exposição à poluição atmosférica a longo prazo em indivíduos com DPOC não tratados e em tratamento fisioterapêutico Os indivíduos serão divididos em três grupos: grupo exposto controle (idosos saudáveis expostos à poluição atmosférica), grupo exposto em tratamento (idosos com DPOC que realizam tratamento fisioterapêutico expostos a poluição atmosférica) e grupo exposto não tratado (idosos com DPOC que não realizam tratamento fisioterapêutico expostos a poluição atmosférica). Os indivíduos serão avaliados em cinco períodos do ano: março (entressafra), maio, julho, setembro e novembro (final de safra). Os métodos de avaliação serão: determinação e quantificação de metais tóxicos no material particulado, avaliação da função pulmonar, teste do tempo de trânsito da sacarina (TTS), análise de marcadores inflamatórios no sangue periférico por ELISA, questionário de qualidade de vida geral (SF-36), questionário de qualidade de vida especifico (CRQ) e questionário de investigação de afecções respiratórias.