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Análises da proteína anti-inflamatória galectina-1 nas células epiteliais pigmentadas da retina humana (ARPE-19) após ativação por endotoxina

Processo: 11/05248-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia
Pesquisador responsável:Sonia Maria Oliani
Beneficiário:Nathália Martins Sonehara
Instituição-sede: Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Inflamação   Lipopolissacarídeos

Resumo

A inflamação é o principal fator contribuinte para inúmeras desordens oculares, podendo levar à diminuição da acuidade visual e, até mesmo à cegueira. Nos tratamentos das inflamações intra-oculares, em geral, são os glicocorticóides os medicamentos frequentemente administrados. No entanto, os efeitos colaterais desses fármacos, como a elevação da pressão intraocular, cataractogenese e potencial citotoxidade às estruturas da retina, limitam os seus usos. Devido a essas restrições, existe uma demanda óbvia para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas. Entre os mediadores anti-inflamatórios, incluímos a proteína endógena galectina-1 (Gal-1) capaz de controlar o processo de transmigração e apoptose dos leucócitos, contribuindo para a homeostase da reação inflamatória. Contudo, a expressão da Gal-1 em tecidos oculares normais e inflamados tem sido pouco estudada. Por essas razões, o presente estudo tem como objetivo avaliar, in vitro, o efeito anti-inflamatório da administração da proteína Gal-1. Nós investigaremos a expressão e localização da Gal-1 endógena nas células ARPE-19 (derivada do epitélio pigmentado da retina humana normal) após ativação pelo lipopolissacarídeo bacteriano (LPS), e o possível efeito anti-inflamatório da administração da proteína nessas células. Inicialmente, as células ARPE-19 serão cultivadas em meio DMEM:F-12, na concentração de 104células/35mm por amostra, e subdivididas nos seguintes grupos: controle, ativadas pelo LPS e ativadas pelo LPS/tratadas com Gal-1 recombinante humana (hrGal-1; 0,04-4 mg/mL) ou dexametaxona (Dex; 1µM). Para determinar a especificidade do efeito da hrGal-1, serão adicionados em alguns poços açúcares Beta-galactose ou sucrose (100mM). As investigações serão realizadas nos tempos de 0, 2, 8, 24 e 48 horas. Nos grupos LPS, LPS/Gal-1 e LPS/Dex as células serão processadas para as análises da expressão da COX-2 pela reação de imunofluorescência. A proteína Gal-1 endógena será avaliada pelo método de Western blotting no grupo LPS e LPS/Dex. Os sobrenadantes, obtidos em todas as condições experimentais, serão coletados para as dosagens das citocinas pró-inflamatórias TNF-alfa, IL-6, IL-8, IL-10 e MCP1 pelo Sistema MAGPIX. As investigações serão realizadas tendo em vista as aplicações da proteína anti-inflamatória Gal-1 como uma alternativa terapêutica ocular.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ZANON, CAROLINE DE FREITAS; SONEHARA, NATHALIA MARTINS; GIROL, ANA PAULA; GIL, CRISTIANE DAMAS; OLIANI, SONIA MARIA. Protective effects of the galectin-1 protein on in vivo and in vitro models of ocular inflammation. MOLECULAR VISION, v. 21, p. 1036-1050, . (11/05248-5, 12/02759-1, 11/21845-3)
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SONEHARA, Nathália Martins. Avaliação do efeito inflamatório da proteína galectina-1 nas células epiteliais pigmentadas da retina humana (ARPE-19) após ativação por endotoxina. 2013. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Biociências Letras e Ciências Exatas. São José do Rio Preto São José do Rio Preto.

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