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Papel do IFNg na ativação das células-tronco mesenquimais: análise em um modelo de lesão renal aguda

Processo: 11/14613-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Niels Olsen Saraiva Câmara
Beneficiário:Priscilla Barbosa Costa
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/07139-3 - Investigando o papel da heme-oxigenase 1 em diferentes processos inflamatórios renais em modelos animais, AP.TEM
Assunto(s):Imunologia   Transplantes   Células-tronco   Nefrologia

Resumo

A insuficiência renal aguda (IRA) é uma patologia que apresenta alta incidência na população e elevada morbimortalidade. Apesar de todos avanços terapêuticos já obtidos, essas taxas ainda continuam elevadas. Outra alternativa, atualmente sugerida, seria o transplante de células-tronco. O processo regenerativo das células-tronco mesenquimais (CTMs) já foi demonstrado em diversos modelos experimentais e em alguns ensaios clínicos. O mecanismo de ação mais sugerido é a ação parácrina das CTMs na área lesada. Ainda, sabe-se que nesse ambiente, citocinas pró-inflamatórias, como TNFa e IFN-g, ativam as CTMs para seu papel reparador. O presente estudo busca analisar o papel do IFNg na ativação das CTMs em modelos renais. As CTMs de animais nocautes para receptor de IFN-g (IFN-gR KO) e de animais selvagens (controle/ C57/Bl6) serão isoladas do tecido adiposo de camundongos machos e ambas administradas em modelos de lesão renal aguda. In vitro, buscaremos analisar como IFNg ativa as CTMs, avaliando os produtos secretados pelas CTMs, bem como estudando vias de sinalização e alterações celulares decorrentes dessa ativação. Com esse estudo, além de aumentarmos o nosso conhecimento sobre a ativação das CTMs, abre-se a perspectiva para buscar novas terapias no qual ativamos as CTMs endógenas, sem a necessidade de administrar CTM exógena.