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Caracterização bioquímica e funcional da adesina XadA3 de Xylella Fastidiosa

Processo: 11/15217-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 31 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos
Pesquisador responsável:Aline Maria da Silva
Beneficiário:Ana Paula Silva de Souza
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Adesão celular   Xylella fastidiosa   Biofilmes

Resumo

O fitopatógeno Xylella fastidiosa, responsável por graves doenças em citros, videiras, cafeeiros e amendoeiras, entre outras plantas, apresenta, em sua superfície, diversas adesinas fimbriais e não-fimbriais potencialmente responsáveis pela colonização eficiente de insetos vetores e plantas hospedeiras. A funcionalidade para algumas destas adesinas já foi demonstrada, visto que mutantes dessas proteínas tiveram sua capacidade de adesão reduzida. Entre as adesinas codificadas no genoma de X. fastidiosa (cepa 9a5c isolada de citros ou cepa Temecula, isolada de videiras) estão três adesinas classificadas como autotransportadores triméricos (XadA1, Hsf/XadA2 e Hsf/XadA3). Dados da literatura mostram que os níveis dos transcritos de XadA1 e XadA2 são aumentados durante o desenvolvimento do biofilme e que a proteína XadA1 é expressa ao longo de todas as fases da formação do biofilme na cepa 9a5c enquanto que XadA2 é expressa nos estágios mais tardios. XadA1 parece ser importante nas fases iniciais de formação do biofilme. Por outro lado, XadA3 ainda não foi bioquímica ou funcionalmente caracterizada, apesar de ter sido detectada em análises proteômicas como fortemente associada a membrana da X. fastidiosa e se apresentar como complexo com tamanho molecular >300.000 Da. Neste projeto temos como objetivo caracterizar bioquímica e funcionalmente a proteína XadA3 de X. fastidiosa. Para tal propomos: (1) obter anticorpos policlonais anti-XadA3 utilizando XadA3 recombinante expressa em sistema heterólogo; (2) realizar o nocaute de XadA3 em X. fastidiosa e avaliar o fenótipo do mutante deficiente em XadA3 quanto a sua capacidade de adesão ao substrato e formação de biofilme; (3) analisar comparativamente a sequência de XadA3 e o nível de expressão de seu transcrito em diferentes cepas de X. fastidiosa e (4) avaliar a capacidade do anticorpo policlonal anti-XadA3 de interferir na adesão de células de X. fastidiosa à superfície das câmaras de microfluídica

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