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A pintura histórica de Antonio Parreiras e o papel do regional na construção do imaginário na República (1897-1936)

Processo: 11/15465-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia
Pesquisador responsável:Ana Paula Cavalcanti Simioni
Beneficiário:Lúcia Kluck Stumpf
Instituição-sede: Instituto de Estudos Brasileiros (IEB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Arte brasileira   Sociologia da arte   República

Resumo

O presente trabalho busca analisar as pinturas históricas de Antônio Parreiras (1860-1937), artista fluminense de vasta e diversificada produção, realizadas no primeiro quartel do século XX. A hipótese central deste projeto é a de que as telas históricas realizadas por Parreiras podem ser tomadas como elementos importantes para o processo de criação de identidades regionais em meio à construção do imaginário republicano em seu primeiro momento (1889-1930). Nesse sentido, pretendemos iluminar a partir da produção pictórica de Parreiras um período ainda bastante obscuro das artes brasileiras localizado na virada dos séculos XIX/XX. Para tanto, nos debruçaremos sobre três obras: Instituição da Câmara Municipal de São Paulo (1913), A Proclamação da República Piratini (1914) e O julgamento do frei Miguelinho (1918).

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
STUMPF, Lúcia Kluck. A terceira margem do rio: mercado e sujeitos na pintura de história de Antônio Parreiras. 2014. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Estudos Brasileiros São Paulo.

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