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Correlação entre as alterações inflamatórias no encéfalo e a população de linfócitos e células dendríticas nos linfonodos da cabeça em cães com leishmaniose visceral.

Processo: 11/15523-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Gisele Fabrino Machado
Beneficiário:José Eduardo dos Santos Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/25249-9 - Avaliação da expressão gênica de receptores do tipo Toll e NOD em células mononucleare polimorfonucleares do sangue periférico em cães com leishmaniose visceral, BE.EP.MS
Assunto(s):Células mieloides   Neuropatologia   Inflamação   Leishmaniose visceral

Resumo

A infecção causada por Leishmania spp resulta em doença que apresenta uma grande variação nas manifestações clínicas, tanto em humanos como em cães. Estas manifestações variam da observação de cães infectados e assintomáticos à observação de desordens generalizadas que podem resultar na morte do hospedeiro. Cães infectados cronicamente podem apresentar déficit neurológico, entretanto existem poucos relatos que caracterizam as lesões observadas e elucidam a patogenia da forma nervosa da leishmaniose. Em projetos anteriores foi possível verificar a presença de infiltrado inflamatório no encéfalo de cães com Leishmaniose composto principalmente por linfócitos T CD3+, e detectamos também um aumento na intensidade de marcação de astrócitos GFAP+ e de micróglia com o RCA-1. Com objetivo de avaliar os mecanismos que podem levar a lesões encefálicas nestes cães, propomos a caracterização das subpopulações dos linfócitos T por citometria de fluxo nos linfonodos sub-mandibulares e retro-faríngeos, que são considerados como participantes na vigilância imune do encéfalo. Serão avaliados os fenótipos: CD3+, CD4+, CD8+, TCR ±² e TCR ³´, As células dendríticas também serão caracterizadas, usando-se MHC-II e CD11c. Serão obtidos também cortes histológicos do encéfalo dos mesmos cães para avaliação e caracterização das lesões encefálicas e detecção de linfócitos T.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SILVA, José Eduardo dos Santos. Avaliação das lesões encefálicas e fenotipagem de linfócitos T e células dentríticas em linfócitos de cães com leishmaniose visceral. 2013. 58 f. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Faculdade de Medicina Veterinária.

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