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Estudos morfonatômicos em órgãos vegetativos de Cordyline fruticosa (l.) Chevalier, c. australis (g. Forst.) Endl. e c. spectabilis Kunth & Bouché

Processo: 11/15669-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 31 de março de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Morfologia Vegetal
Pesquisador responsável:Nanuza Luiza de Menezes
Beneficiário:Karen Lucia Mayumi Sasaki
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Anatomia vegetal   Cordyline

Resumo

O gênero Cordyline, controverso quanto à sua classificação, atualmente pertence à família Asparagaceae. A única espécie do gênero nativa do Brasil é C. spectabilis, enquanto que C. fruticosa e C. australis são espécies exóticas e são muito utilizadas no paisagismo. No início do século XX, K. Goebel referiu-se a Dioscorea, Cordyline terminalis, C. australis e Selaginella, como possuindo em comum uma estrutura intermediária entre caule e raiz a qual possibilitava a formação de um sistema radicular mais rico. Em Selaginella, a essa estrutura havia sido dado o nome de rizóforo ("portador de raiz") por C. Nägelli e H. Leitgeb em 1868. No final do século XX, N. L. Menezes encontrou estrutura equivalente em Vernonia e,coincidentemente, por analogia com Selaginella, também denominou de rizóforo. A partir de então se iniciou uma nova linha de pesquisa com o intuito de averiguar a verdadeira natureza dos órgãos subterrâneos formadores de raízes de algumas angiospermas. Além disso, monocotiledôneas são focos de estudos que visam esclarecer como se dá o crescimento em espessura de seu caule. Comumente atribuído a um meristema de espessamento primário (MEP), este crescimento é relacionado à região limítrofe entre o córtex e o cilindro vascular. Recentemente surgiu uma nova interpretação para essa região: ao invés de se tratar de um novo tecido, os responsáveis pelo espessamento primário em monocotiledôneas seriam, na realidade, a endoderme e o periciclo. A endoderme com atividade meristemática daria origem a parte do córtex e o periciclo formaria os tecidos vasculares. Em C. fruticosa foi demonstrado que o periciclo seria ainda o responsável pela formação do meristema de espessamento secundário (MES). Os objetivos do presente trabalho são verificar a verdadeira natureza do órgão subterrâneo de espécies de Cordyline através da sua origem e analisar as características do seu espessamento.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SASAKI, Karen Lucia Mayumi. Estudos morfoanatômicos em órgãos vegetativos de Cordyline fruticosa (L.) Chevalier, C. australis (G. Forst.) Endl. e C. spectabilis Kunth & Bouché. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências São Paulo.

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