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Uso de infiltrante sobre esmalte hígido e com lesão inicial de erosão submetido a desafio erosivo in vitro

Processo: 11/16208-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontopediatria
Pesquisador responsável:Daniela Rios Honório
Beneficiário:Gabriela Cristina de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Erosão dentária   Técnicas in vitro   Esmalte dentário   Infiltração dentária

Resumo

Partindo-se do pressuposto de que o infiltrante é capaz de penetrar nos tecidos dentários hígidos ou desmineralizados, aumentando a resistência do dente contra a progressão da lesão cariosa, o mesmo efeito poderia ser esperado para a erosão dentária. No entanto, não se sabe até que ponto o condicionamento da superfície para a obtenção de penetração do infiltrante, poderia ser capaz de remover a estrutura amolecida das lesões iniciais de erosão. Desta forma, o objetivo deste estudo será avaliar o efeito da aplicação do infiltrante em dentes hígidos e com lesões iniciais de erosão para prevenção de desgaste futuro diante de desafio erosivo. Além disso, nos espécimes com lesão inicial de erosão será avaliada a influência do condicionamento neste efeito. O trabalho será dividido em dois protocolos in vitro, serão estudados 15 grupos (n=15), sendo que do G1 ao G5 (protocolo 1) e GLE 1 a GLE 5 (protocolo 2) a aplicação do material será realizada de acordo com as normas do fabricante, ou seja antecedida de condicionamento ácido para promover adesão e do GLE6 ao GLE10 (protocolo 2), não haverá condicionamento ácido previamente a aplicação do material: G1 sem tratamento - controle negativo, G2 aplicação de selante resinoso - Helioseal Clear, G3 aplicação de adesivo dual autocondicionante - Adhese, G4 aplicação de adesivo unicomponente - Heliobond e G5 aplicação de infiltrante Icon. Após obtenção de blocos bovinos e realização da microdureza superficial no protocolo 1 os blocos serão aleatoriamente divididos entre os grupo e no protocolo 2 será realizada a lesão inicial de erosão (amolecimento sem desgaste). Antes da aplicação dos tratamentos correspondentes a cada grupo, os blocos terão dois terços de suas superfícies protegidas com esmalte cosmético. Após os tratamentos se iniciará a ciclagem erosiva, composta por 4 imersões diárias em bebida ácida por 2 min seguida pela imersão em saliva artificial por 2 h, durante 5 dias. Os blocos de esmalte serão avaliados por meio da perfilometria após o tratamento (aplicação dos materiais resinosos) e depois do 5º dia de ciclagem erosiva. Os dados serão submetidos a análise estatística apropriada (p<0,05). (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DE OLIVEIRA, GABRIELA CRISTINA; GENOVEZ TEREZA, GUIDA PAOLA; BOTEON, ANA PAULA; FERRAIRO, BRUNNA MOTA; PINTO GONCALVES, PRISCILLA SANTANA; DA SILVA, THIAGO CRUVINEL; HONORIO, HEITOR MARQUES; RIOS, DANIELA. Susceptibility of bovine dental enamel with initial erosion lesion to new erosive challenges. PLoS One, v. 12, n. 8 AUG 17 2017. Citações Web of Science: 4.
OLIVEIRA, G. C.; BOTEON, A. P.; IONTA, F. Q.; MORETTO, M. J.; HONORIO, H. M.; WANG, L.; RIOS, D. In Vitro Effects of Resin Infiltration on Enamel Erosion Inhibition. Operative Dentistry, v. 40, n. 5, p. 492-502, SEP-OCT 2015. Citações Web of Science: 12.
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
OLIVEIRA, Gabriela Cristina de. Uso de infiltrante sobre esmalte hígido e com lesão inicial de erosão submetido a desafio erosivo in vitro. 2013. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Odontologia de Bauru Bauru.

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