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Envolvimento das galectinas na angiogênese tumoral em modelo de melanoma murino e associação com o microambiente tumoral via receptores toll-like

Processo: 11/17825-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2012
Vigência (Término): 31 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Roger Chammas
Beneficiário:Camila Morais Melo
Instituição-sede: Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira (ICESP). Coordenadoria de Serviços de Saúde (CSS). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cisplatino   Galectina 3   Melanoma   Microambiente tumoral   Oncologia   Quimiorresistência

Resumo

O melanoma é a forma mais letal entre os cânceres de pele. Essa neoplasia freqüentemente apresenta-se resistente a abordagens terapêuticas. A angiogênese associada ao tumor representa um crítico passo da tumorigênese, resultado da ação de diferentes citocinas e fatores de crescimento como VEGF produzidos no microambiente tumoral. As galectinas extracelulares participam de múltiplos processos biológicos incluindo angiogênese tumoral e metástases. A interação das galectinas com as células presentes no microambiente tumoral pode ocorrer via receptores toll-like sugerindo seu o envolvimento nos processos pro-inflamatórios e na secreção de citocinas. Recentemente mostramos que a ausência de gal-3 no estroma e parênquima tumoral diminui a angiogênese por interferir na resposta de macrófagos via VEGF e/ou TGF²1Entretanto, o envolvimento de galectinas extracelulares na angiogênese e na modulação do sistema imune no microambiente tumoral ainda não está esclarecido. Assim, este estudo visa buscar respostas ao envolvimento das galectinas no crescimento tumoral e angiogênese contribuindo ao combate do melanoma maligno. Nossos resultados mostram em camundongos wild-type, inoculados com células de melanoma murino, que ao inibir funcionalmente essas galectinas o crescimento tumoral foi menor que no grupo controle. No entanto, ao inibir as galectinas em camundongos knockout para MyD88 observamos um maior crescimento tumoral. Nossos resultados preliminares apontam as galectinas como potenciais moléculas envolvidas no crescimento tumoral, conferindo resistência e promovendo angiogênese. Sugerimos que essa resposta à galectinas ocorra via receptores Toll-like como apontam os experimentos com os camundongos knockout para MyD88.