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Estudo do papel da insularina como antagonista da adesão de células endoteliais e tumorais às plaquetas

Processo: 11/21535-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2012
Vigência (Término): 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Maisa Splendore Della Casa
Beneficiário:Rafaela Silva Mendonça
Instituição-sede: Instituto Butantan. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Metástase   Células tumorais   Células endoteliais   Adesão celular   Plaquetas sanguíneas   Integrinas   Bothrops insularis

Resumo

A adesão celular tumoral é uma importante etapa no processo de progressão de metástase tumoral e conta com a participação significativa das plaquetas. Mecanismos que dirigem a captura do tumor envolvem interações adesivas de células tumorais com células endoteliais e plaquetas. Estatísticas clínicas demonstram que metade dos pacientes com câncer, apresenta ativação plaquetária e trombose. Recentemente, intensos estudos têm sido realizados utilizando a rede de integrinas como alvo do controle da adesão e migração das células tumorais. A família de integrinas, superexpressas nas células tumorais, já foram reconhecidas como reguladores de vários processos neoplásicos em virtude da habilidade de facilitar a adesão e migração das células cancerosas. A literatura vem elucidando a importância das disintegrinas, proteínas isoladas de venenos de serpentes Viperidae, como importantes ferramentas para o desenvolvimento de antagonistas de patologias dependentes de adesão celular como a trombose e angiogênese. As disintegrinas inibem a agregação plaquetária e a adesão celular, apresentando heterogeneidade estrutural e funcional. As RGD-disintegrinas têm afinidade pelas integrinas aIIbb3, a5b1 e avb3. Dados recentemente publicados pelo nosso grupo demonstraram que a insularina, GST-INS, uma disintegrina ARGDNP recombinante do veneno de Bothrops insularis, foi capaz de inibir a agregação plaquetária via ADP e a inibição da adesão de células endoteliais ao fibrinogênio de forma significante. Tais dados nos incentivaram, através do presente projeto, elucidar o papel da GST-INS, na inibição da adesão de células tumorais e endoteliais às plaquetas, contribuindo, dessa forma, para a elucidação e inserção dessa molécula no contexto do desenvolvimento de agentes tumorais e anti-angiogênicos.(AU)

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