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Avaliação funcional do equilíbrio corporal em idosos institucionalizados e não institucionalizados

Processo: 11/23235-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2012
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Daniela Cristina Carvalho de Abreu
Beneficiário:Patricia Molnar
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Controle postural   Fisioterapia

Resumo

Introdução: Os processos de envelhecimento acarretam prejuízos na qualidade de vida do ser humano destacando-se o declínio das funções motoras e sensoriais o que causa a instabilidade postural e aumento do número de quedas. Em idosos institucionalizados os déficits posturais são mais severos devido a fatores psicológicos e físicos. Entretanto, ainda não está clara qual a influência psicos-social (comunidade x institucionalização) sobre o equilíbrio. Desta maneira, este estudo propõe avaliar aspectos físicos, como o equilíbrio e marcha, aspectos psicológicos (escala de depressão geriátrica) e a rotina dos pacientes entre idosos residentes na comunidade e institucionalizados na busca da compressão dos reais fatores envolvidos no declínio observado nestas populações respectivamente. Método: Serão incluídos no estudo 15 idosos da comunidade e 15 idosos institucionalizados. Os vários sistemas envolvidos no controle postural serão avaliados através de escalas: Escala de Depressão Geriátrica (GDS), Dizziness Handicap Inventory (DHI), Brazilian OARS Multidimensional Functional Assessment Questionnaire - BOMFAQ, Escala de Equilíbrio Funcional de Berg, Dynamic Gait Index (DGI), Performance-Oriented Mobility Assessment of Gait and Balance (Poma) de Tinetti e Timed Up and Go (Tug) Test. Resultados esperados: Espera-se entender melhor a influência dos aspectos biopsicossociais sobre o declínio postural e marcha de idosos residentes na comunidade e institucionalizados bem como identificar as escalas mais apropriadas para serem aplicadas nos idosos da comunidade e institucionalizados, podendo assim direcionar as avaliações de equilíbrio/marcha e os tratamentos terapêuticos adequados a fim de evitar quedas.