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Prevalência de resistência primária aos antivirais utilizados no tratamento da hepatite B entre pacientes com infecção crônica pelo vírus da hepatite B não submetidos a tratamento

Processo: 12/00914-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Maria Cássia Jacintho Mendes Corrêa
Beneficiário:Ariana Carolina Ferreira
Instituição Sede: Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/51208-2 - Prevalência de resistência primária aos antivirais utilizados no tratamento da hepatite B entre pacientes com infecção crônica pelo vírus da hepatite B não submetidos a tratamento, AP.R
Assunto(s):Hepatite B   Hepatite B crônica   Vírus da hepatite B   Resistência a medicamentos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Análogos nucleos(t)ídeos | Hepatite B crônica | Mutações | Resistência | Virgens de tratamento | vírus da hepatite B | Hepatites Virais

Resumo

A infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) ainda representa um importante problema de Saúde Pública mundial apesar do sucesso alcançado com a introdução dos programas de vacinação. Atualmente, ainda há um grande reservatório do vírus composto por 350 milhões de portadores crônicos em todo o mundo, nos quais a infecção pode levar à evolução para cirrose e carcinoma hepatocelular. Tratamentos efetivos têm sido desenvolvidos para controlar e prevenir a progressão da doença nesses indivíduos, reduzindo significantemente a morbidade e a mortalidade. O tratamento com análogos nucleot(s)íedos apresentam grandes vantagens sobre a terapia com interferon, pois podem ser administrados oralmente e são relativamente livres de efeitos adversos e além disso, são potentes inibidores da replicação viral. Contudo o tratamento com esses medicamentos deve ser mantido por longos períodos levando à seleção de vírus com mutações de resistência, o que constitui uma das principais limitações ao tratamento. Esses vírus com mutações de resistência aos medicamentos podem ser transmitidos a novos hospedeiros vindo a constituir dessa forma importante barreira para o eventual controle dessa infecção em nosso meio. O objetivo deste projeto é pesquisar a prevalência de VHB com mutações que conferem resistência aos medicamentos utilizados no tratamento da infecção e com mutações associadas ao escape dos anticorpos Anti-HBs entre indivíduos que apresentem infecção crônica pelo vírus e que não tenham recebido tratamento com antivirais, procedentes de diferentes regiões brasileiras. A determinação da prevalência destas mutações entre indivíduos virgens de tratamento nos permitirá avaliar o quanto essas cepas estão sendo transmitidas, conferindo desta forma a chamada resistência primária ao tratamento, e avaliar se as atuais estratégias de diagnóstico e tratamento utilizadas no Brasil ainda são adequadas ou necessitam ser revistas frente à possível estratégia de adaptação do vírus. (AU)

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