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Antidepressivo em ratos com insuficiência aórtica pode modificar a expressão gênica de ocitocina e vasopressina centrais?

Processo: 11/23513-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Juliana Irani Fratucci de Gobbi
Beneficiário:Ana Carolina Mieko Omoto
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/06279-4 - Antidepressivo em ratos com insuficiência aórtica pode modificar a expressão gênica de ocitocina e vasopressina centrais?, BE.EP.IC
Assunto(s):Hipotálamo   Serotonina   Ocitocina   Vasopressinas   Expressão gênica

Resumo

A insuficiência aórtica (IAo) desenvolve uma das maiores respostas de hipertrofia miocárdica observadas nas doenças cardíacas. No Brasil, a doença cardíaca valvar ainda é prevalente, sendo a principal causa da IAo a febre reumática. Usualmente, o paciente com IAo se mantém assintomático por um longo período, até que na fase crônica da doença, já com o ventrículo dilatado, o paciente busca pelo tratamento médico. Uma co-morbidade muito comum associada à doenças cardiovasculares é a depressão. Entre os antidepressivos mais prescritos em todo o mundo encontram-se os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). Estes inibidores melhoram a função cardíaca de animais submetidos à estressores externos, e sabe-se que uma via serotoninérgica importante entre mesencéfalo e ponte contribui para inibir a ingestão de sódio e água. A administração crônica de ISRS parece alterar os níveis de vasopressina circulantes. Nosso laboratório mostrou que o tratamento por 4 semanas com um ISRS, a paroxetina, reduziu a ingestão de NaCl 0,3M diária em ratos com IAo subcrônica, já com dilatação ventricular, e preveniu a maior dilatação ventricular esquerda preservando a fração de encurtamento. Um possível mecanismo envolvido nesta melhora pode ser o aumento da atividade central ocitocinérgica. Assim, torna-se necessário investigar melhor os efeitos do tratamento com paroxetina em ratos com IAo já estabelecida. Portanto, os objetivos do presente projeto são avaliar os efeitos do tratamento com um antidepressivo ISRS, a paroxetina, por 4 semanas em ratos com IAo subcrônica sobre a expressão gênica de ocitocina e vasopressina no hipotálamo destes animais.