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Filogenia das espécies sul-americanas de Viguiera (Asteraceae: Heliantheae)

Processo: 11/19231-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2012
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal
Pesquisador responsável:Beatriz Appezzato da Glória
Beneficiário:Benoît Francis Patrice Loeuille
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/51454-3 - Estudos morfoanatômicos, metabolômicos e moleculares como subsídios à sistemática de espécies de Asteraceae e acesso ao seu potencial farmacológico, AP.TEM
Assunto(s):Filogenia   Viguiera

Resumo

Se as revisões taxonômicas são fundamentais para o reconhecimento das espécies que ocorrem em um determinado local e, por consequência, para a conservação de tais espécies e os ecossistemas onde ocorrem, os trabalhos recentes mostram que sua integração com estudos filogenéticos formam a base moderna para a conservação da biodiversidade. Informações sobre as propriedades biológicas (e.g. anatomia, fitoquímica) são essenciais na inferência de filogenias detalhadas. Tendo estas filogenias como base e, assim, empregando nas classificações apenas os grupos monofiléticos, os padrões biogeográficos e filogeográficos das linhagens (clados e espécies, respectivamente) surgem como um dos aspectos de destaque na conservação dos próprios padrões evolutivos da Árvore da Vida, permitindo traçar estratégias de conservação mais adequadas, completas e abrangentes. O gênero Viguiera (Asteraceae, Heliantheae), da subtribo Helianthinae, foi alvo de vários estudos filogenéticos usando dados moleculares nos últimos anos, tendo sido demonstrado que na circunscrição atual não constitui um grupo monofilético. . Baseando-se nessas filogenias os clados bem sustentados foram elevados ao nível genérico. No entanto, a transfêrencia das espécies sul-americanas de Viguiera para Rhysolepis continua controvertida, uma vez que não foi baseada em estudos filogenéticos e teve poucas espécies sul-americanas amostradas; ademais, estudos morfológicos posteriores não sustentaram a nova circunscrição expandida de Rhysolepis.