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Complexos fármaco-quitosanas adicionados a lentes de contato à base de celulose bacteriana: avaliação da citotoxicidade, genotoxicidade e mutagenicidade

Processo: 12/00527-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2012
Vigência (Término): 30 de novembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Ticiana Sidorenko de Oliveira Capote
Beneficiário:Guilherme Vinícius Do Vale Braido
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicidade   Mutagênese   Cultura de células   Quitosana

Resumo

Esse projeto faz parte de um projeto de pesquisa maior já contemplado com Auxílio à Pesquisa Regular pela FAPESP (Processo 2011/11810-8). Nos últimos anos a biotecnologia tem avançado no desenvolvimento de biomateriais para regeneração tecidual e para sua utilização como dispositivos médicos. Nesse ínterim, membranas reabsorvíveis vêm apresentando resultados promissores na regeneração de tecidos, sistemas de liberação de medicamentos e modelos utilizados em engenharia tecidual. O Instituto de Química da UNESP, Campus Araraquara - IQ/UNESP desenvolveu a partir de celulose bacteriana (CB) compósitos para utilização como lentes de contato cuja patente já está depositada. Durante a preparação das lentes são incorporadas nanopartículas de quitosana com a finalidade de aumentar a transparência da mesma. Com o intuito de acrescentar propriedades terapêuticas à lente de contato desenvolvida com a CB, foi incorporada a ela fármacos como ciprofloxacina e diclofenaco de sódio. No entanto, para certificar-se do uso seguro desses compósitos pela indústria de dispositivos médicos, é necessário verificar se não possuem atividade citotóxica, genotóxica e/ou mutagênica. Essa é a proposição do presente estudo, caracterizando assim uma importante parceria entre docentes do IQ, da Faculdade de Odontologia (UNESP-Campus Araraquara) e da Universidade de São Paulo. Além da citotoxicidade, é muito importante avaliar o potencial genotóxico e mutagênico destes biomateriais, pois, sem isso, caso os biomateriais ofereçam tais riscos, eles poderão induzir modificações celulares no tecido adjacente, com possível evolução para a formação de tumores (carcinogênese). Serão realizados ensaios in vitro para verificar se os materiais têm potencial citotóxico (ensaio com o kit XTT e sobrevivência clonogênica), genotóxico (cometa) e mutagênico (micronúcleo). Após a análise estatística dos resultados será possível avaliar se algum dos biomateriais teve efeito citotóxico, genotóxico e/ou mutagênico. Essa informação é fundamental para a liberação segura do biomaterial para futura utilização deste pela indústria de dispositivos médicos.

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