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Resposta imune celular in vitro em individuos infectados pelo hiv-1 induzida por celulas dendriticas que expressam o fator ciita e a proteina gag de hiv-1 fusionada a dc-lamp

Processo: 12/07064-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada
Pesquisador responsável:Alberto José da Silva Duarte
Beneficiário:Marcella Vassão de Almeida Baptista
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/20649-6 - Resposta imune celular in vitro em indivíduos infectados pelo HIV-1 induzida por células dendríticas que expressam o fator CIITA e a proteína gag de HIV-1 fusionado à DC-LAMP, AP.R
Assunto(s):HIV-1   Células dendríticas   Vacinas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Célula dendrítica | Ciita | Hiv-1 | Vacina

Resumo

A infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) leva a um profundo comprometimento do sistema imunológico, principalmente devido à destruição maciça de linfócitos T CD4+. Recentemente, diversos trabalhos vêm demonstrando o uso potencial de utilização de células dendríticas (DCs) em estratégias terapêuticas para estimular a imunidade celular contra o HIV. Neste projeto, pretendemos avaliar o potencial de células dendríticas derivadas de monócitos de indivíduos infectados pelo HIV, transduzidas ex vivo com vetor lentiviral, em estimular resposta imune celular in vitro. O vetor lentiviral será constituído por uma sequência otimizada para expressão em células humanas, que codifica para a co-expressão da proteína Gag fusionada à DC-LAMP e o fator de co-ativação transcricional CIITA. A expressão de Gag fusionada à DC-LAMP permitirá seu direcionamento para a apresentação antigênica via moléculas do MHC II, cuja expressão será aumentada através do estímulo pelo fator CIITA. As DCs transduzidas serão avaliadas quanto à expressão do antígeno vacinal, do fator CIITA e das moléculas do MHC, e quanto à maturação celular e produção de citocinas. Em seguida, estas células serão co-cultivadas com linfócitos autólogos, os quais serão avaliados através da produção de IFN-³, TNF-±, mip-1², IL-2 e ativação de linfócitos T citotóxicos. A expectativa é que esta nova estratégia vacinal potencialize a capacidade das DCs em ativar uma resposta de linfócitos T específica contra o HIV.

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