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Influência do etil-trinexapac no crescimento inicial do eucalipto

Processo: 12/04437-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2012
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Pedro Luis da Costa Aguiar Alves
Beneficiário:Rodrigo Neto Pires
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Matologia   Crescimento vegetal   Desenvolvimento vegetal   Eucalipto   Delineamento experimental

Resumo

Com o objetivo de avaliar o efeito de doses crescentes de etil-trinexapac nas características do crescimento e desenvolvimento de mudas e plantas de eucalipto (E. urograndis), serão realizados dois experimentos. No primeiro, os tratamentos serão arranjados no esquema fatorial 2 x 7, com duas modalidades de aplicação para seis subdoses (0,01; 0,02; 0,03; 0,04; 0,05; 0,06 L i.a ha-1) e mais uma testemunha sem aplicação, totalizando 140 unidades experimentais, seguindo o delineamento experimental inteiramente casualizado em quatro repetições. O segundo experimento será instalado no campo e baseado na modalidade de aplicação e subdose(s) estabelecidas no primeiro ensaio. Será feito o tratamento, no pré-plantio, das mudas de eucalipto, deixando-se um lote sem este tratamento. Na sequência, poderão ser realizadas até três aplicações sequenciais de uma única dose do maturador no tempo, a saber: três, seis e nove meses após o plantio e suas combinações, totalizando 16 tratamentos. O delineamento experimental a ser adotado é o de blocos casualizados com os tratamentos em esquema de subparcela, no qual constituirão as parcelas os dois tratamentos pré-plantio (com e sem etil-trinexapac) e as subparcelas até três aplicações sequenciais de uma única dose do maturador no tempo. Em ambos experimentos, por ocasião da(s) aplicação(ões), as plantas serão avaliadas quanto à altura e diâmetro do caule. No experimento 1, aos 7, 15, 30, 60, e 90 dias após o plantio (DAP), as mudas serão caracterizadas quanto à altura, diâmetro do caule, número de folhas, área foliar, volume radicular, massa seca de folhas, caule e raízes. Estas avaliações poderão ser complementadas com determinações do teor relativo de clorofila total, da eficiência quântica do fotossistema II (Fv/Fm) e da eficiência no uso da água, que serão realizadas na terceira folha totalmente expandida previamente demarcada. No experimento 2, aos 360 DAP, uma das plantas será caracterizada quanto à altura, diâmetro do caule, massa seca do caule e folhas e área foliar. Em ambos serão acompanhadas, descritas e registradas fotograficamente as possíveis alterações morfofisiológicas nas plantas resultantes dos tratamentos experimentais. Os resultados obtidos serão submetidos à análise de regressão, análise de variância pelo teste F e as médias serão comparadas pelo teste de Tukey ao nível 5% de probabilidade. (AU)

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